Fake News: A grande vilã da vacinação no Brasil!





Nos últimos anos, com o avanço tecnológico, boa parte da população brasileira passou a ter acesso à internet e a todo seu universo. O que facilitou a vida de boa parte das pessoas, pois trouxe a eles liberdade de informação e acesso a diversos conteúdos muitas vezes distantes de sua realidade.

Entretanto, essa liberdade trouxe também algo que vem se tornando frequente, principalmente nas redes sociais: a divulgação de notícias falsas ou “Fake News”, como são popularmente conhecidas.

Estas notícias surgem a partir de pautas mal apuradas ou até mesmo de intenções duvidosas sobre determinado assunto. Com isto, a campanha anti vacinal ganhou força no Brasil e vem prejudicando o combate e a prevenção de diversas doenças e o ressurgimento de algumas delas.

De nove vacinas prioritárias do calendário infantil, nenhuma atingiu a meta de 95% de imunização. A vacina que protege contra o Sarampo foi a que apresentou maior queda no número de imunizados. A tríplice viral passou de 96% de cobertura da população em 2015, para 83,87% em 2017. A tetra viral saiu de 77,37% para 70,6% no mesmo período.

Dados que foram divulgados pelo Ministério da Saúde em uma levantamento realizado em 2018. O mesmo aconteceu ainda com as vacinas da poliomielite (paralisia infantil), BCG, rotavírus humano, Meningocócica C, Pentavalente e Pneumocócica.

Os ataques as vacinas têm se tornando um problema de saúde pública. Notícias de que as vacinas vem causando morte no país e até mesmo facilitem o retorno de muitas doenças, vem se espalhando pelas redes sociais e aplicativos de mensagem como o Whatsapp, fato que preocupa os especialistas.

Por isso, para combater esses ataques, o governo brasileiro através do Ministério da Saúde(MS) e de diversas parcerias, lançou desde setembro do ano passado uma campanha para combater as fakes news e fortalecer a campanha vacinal em todo território nacional.

O Côrtes Villela, apoia este movimento e reforça a importância da vacinação para todas as idades como principal forma de prevenção de doenças.  Separamos aqui tudo o que você precisa saber para ter uma vida mais segura e mais saudável.

Entenda porque a vacinação evita doenças

A vacinação – seja ela em qualquer idade – , é a principal forma de combate e prevenção, pois é através dela que o organismo é imunizado contra os agentes causadores dessas doenças.

Quando uma pessoa é infectada por um antígeno (vírus ou bactérias que são substâncias estranhas ao organismo), o sistema imunológico produz anticorpos capazes de combater esses invasores. Entretanto, em muitos casos esse processo acontece de forma lenta e a pessoa adoece.

A vacina faz com que o corpo tenha contato com os mesmos antígenos que causam a doença só que enfraquecidos ou mortos. Esse processo estimula e ensina o sistema imunológico a produzir  anticorpos que tornam o organismo imune, capaz de combater o surgimento e a proliferação dessas doenças.

O Calendário Nacional de Vacinação contempla não só as crianças, mas também adolescentes, adultos, idosos, gestantes e povos indígenas. Ao todo, são disponibilizadas 19 vacinas para mais de 20 doenças, cuja proteção inicia ainda nos recém-nascidos, podendo se estender por toda a vida.

As vacinas são seguras

Toda vacina passa por diversas fases de avaliação. Do processo de desenvolvimento até a produção e a fase final que é a aplicação. Além disso, elas são avaliadas e aprovadas por institutos reguladores muito rígidos e independentes. No Brasil, essa função é dada à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que é um órgão vinculado ao Ministério da Saúde.

Como se vacinar

 Criado pelo Ministério da Saúde (MS) em 1973, o Programa Nacional de Imunização (PNI) surgiu como uma importante ferramenta no combate à proliferação de diversas doenças. Seu principal objetivo é a erradicação e a prevenção de surtos e epidemias por meio da vacinação. Por isso, campanhas foram projetadas e a partir daí o Calendário Nacional de Vacinação foi criado.

 Este programa de imunização visa atender crianças, adolescentes, gestantes, adultos e idosos dando acesso às tanto na rede pública quanto na rede privada, em clínicas especializadas como a do Côrtes Villela. Para isso, basta comparecer  alguns desses locais com o cartão de vacinação em mãos.

Verdades e mentiras: O que você precisa saber sobre as vacinas

Muitas preocupações surgem em torno da vacinação. De coisas pequenas como efeitos e reações colaterais até preocupações quanto a sua eficácia e segurança.

Nos últimos anos, uma campanha anti vacinal vem crescendo no mundo todo, por isso, esclarecer essas dúvidas é a principal forma de combater esse movimento tão prejudicial a saúde de todos. Confira abaixo a lista criada pelo Ministério da saúde contendo as principais “Fake News”:

Vacinas causam autismo. FAKE NEWS!

Um estudo apresentado em 1998, que levantou preocupações sobre uma possível relação entre a vacina contra o sarampo, a caxumba e a rubéola e o autismo, foi posteriormente considerado seriamente falho e o artigo foi retirado pela revista que o publicou.

Uma melhor higiene e saneamento farão as doenças desaparecerem – vacinas não são necessárias. FAKE NEWS!

As doenças que podem ser prevenidas por vacinas retornarão caso os programas de imunização sejam interrompidos. Uma melhor higiene, lavagem das mãos e uso de água limpa ajudam a proteger as pessoas de doenças infecciosas. Entretanto, muitas dessas infecções podem se espalhar, independente de quão limpos estamos.

As vacinas têm vários efeitos colaterais prejudiciais e de longo prazo que ainda são desconhecidos. A vacinação pode ser até fatal. FAKE NEWS!

Não é verdade. As vacinas são muito seguras. A maioria das reações são geralmente pequenas e temporárias, como um braço dolorido ou uma febre ligeira. Eventos graves de saúde são extremamente raros e cuidadosamente monitorados e investigados. É muito mais provável que uma pessoa adoeça gravemente por uma enfermidade evitável pela vacina do que pela própria vacina.

As doenças evitáveis por vacinas estão quase erradicadas em meu país. FAKE NEWS!

Embora as doenças evitáveis por vacinação tenham se tornado raras em muitos países, os agentes infecciosos que as causam continuam a circular em algumas partes do mundo. Em um mundo altamente interligado, esses agentes podem atravessar fronteiras geográficas e infectar qualquer pessoa que não esteja protegida.

A vacina combinada contra a difteria, tétano e coqueluche e a vacina contra a poliomielite causam a síndrome da morte súbita infantil. FAKE NEWS!

Não há relação causal entre a administração de vacinas e a síndrome da morte súbita infantil (SMSI), também conhecida como síndrome da morte súbita do lactente.

Doenças infantis evitáveis por vacinas são apenas infelizes fatos da vida. FAKE NEWS!

As doenças evitáveis por vacinas não têm que ser “fatos da vida”. Enfermidades como sarampo, caxumba e rubéola são graves e podem levar a complicações graves em crianças e adultos, incluindo pneumonia, encefalite, cegueira, diarreia, infecções de ouvido, síndrome da rubéola congênita (caso uma mulher seja infectada com rubéola no início da gravidez) e, por fim, à morte.

Aplicar mais de uma vacina ao mesmo tempo em uma criança pode aumentar o risco de eventos adversos prejudiciais, que podem sobrecarregar seu sistema imunológico. FAKE NEWS!

Evidências científicas mostram que aplicar várias vacinas ao mesmo tempo não causa aumento de eventos adversos sobre o sistema imunológico das crianças. As principais vantagens de aplicar várias vacinas ao mesmo tempo são: menos visitas ao posto de saúde ou hospital, o que economiza tempo e dinheiro; e uma maior probabilidade de que o calendário vacinal seja completado. Além disso, quando é possível ter uma vacinação combinada – como para sarampo, caxumba e rubéola – menos injeções são aplicadas.

As vacinas contêm mercúrio, que é perigoso. FAKE NEWS!

Não existe evidência que sugira que a quantidade de tiomersal utilizada nas vacinas represente um risco para a saúde. O tiomersal é um composto orgânico, que contém mercúrio, adicionado a algumas vacinas como conservante. É o conservante mais utilizado para vacinas que são fornecidas em frascos multidose.

Mas se no meio de tantas notícias falsas o que realmente é verdade sobre as vacinas?

As vacinas ajudam a prevenir câncer. VERDADE.

Aquelas que bloqueiam as hepatites e o HPV evitam tumores no fígado e no colo do útero, respectivamente.

Existem vacinas que precisam ser tomadas antes de viagens. VERDADE.

Para isso você precisa ter em dia o seu Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia – CIVP.

Existem vacinas que precisam ser renovadas de tempos em tempos VERDADE.

É o caso, por exemplo, da que protege contra tétano e difteria, que exige um reforço a cada dez anos.

As vacinas deixam o organismo imune e evita a proliferação de doenças. VERDADE.

Um sistema imunológico fortalecido garante uma melhor qualidade de vida.

As vacinas estão sempre sendo aperfeiçoadas. VERDADE.

Assim como as diversas áreas da saúde vem se modernizando, as vacinas estão sempre sendo atualizadas para garantir uma segurança maior para todos.

O Brasil possui o programa de Imunização mais completo do mundo. VERDADE.

O Brasil é o mais que mais oferece vacinas a sua população seja de forma pública ou privada, sendo referência no mundo todo.

Crianças imunizadas se tornam adultos mais saudáveis. VERDADE.

Além de garantir uma infância segura a vacinação infantil garante um futuro saudável para todos.

Já conhece o nosso serviço de vacinação domiciliar?

Como funciona?

– Confira as vacinas que faltam em seu calendário. Entre em contato pelo número (32)3239-5035 e marque com pelo menos um dia de antecedência.

Quando marcar?

– Nosso atendimento funciona de segunda à sexta das 9h às 17h. E aos sábados até às 12h.

Mais de uma pessoa pode ser vacinada?

– Sim. Basta escolher quais as vacinas, a hora e o local.

Como é a forma de pagamento?

– Cada vacina tem o seu valor. Por isso, o orçamento irá de acordo com a quantidade que será escolhida. Temos ainda uma taxa de serviço que é cobrada pelo atendimento e não pelo número de pessoas que serão vacinadas. O pagamento pode ser feito com dinheiro ou cartão de crédito ou débito.

 


WhatsApp chat