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Febre Amarela : Guia completo para prevenção





Você sabe o que é a febre amarela? Nos últimos anos, a doença ficou em evidência no país; no entanto, muitas pessoas ainda possuem dúvidas sobre o agente causador, transmissor, tratamentos e vacina. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), entre 2016 e 2017, foram confirmados 778 ocorrências em humanos e 262 mortes em decorrência da febre amarela no Brasil. Entre 2017 e 2018, esse número aumentou, foram contabilizados 1.376 casos em humanos e 483 mortes. 

 

Um total expressivo, por isso a prevenção e combate ao mosquito transmissor é a melhor forma de evitar a doença. Pensando no seu bem estar e daqueles que você ama, o Côrtes Villela preparou um guia completo para você se proteger contra a febre amarela. Confira:

 

O que é a febre amarela?

 

Primeiramente, é importante entender a doença e o seu transmissor. A febre amarela é uma doença causada por vírus, e é transmitida pela picada de um mosquito infectado. Existem dois tipos de febre amarela: a silvestre e a urbana. Os vírus que causam a febre amarela urbana e a silvestre são exatamente os mesmos. Isso significa que a doença possui os mesmos sinais, sintomas e evolução. O que muda é o mosquito transmissor da febre amarela e as suas formas de contágio.

 

A febre amarela silvestre é transmitida pelos mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes, que vivem nas matas (ou parques com matas), na beira dos rios, copas das árvores ou perto do solo. Estes mosquitos possuem hábitos diurnos e a transmissão para o ser humano acontece quando o Haemagogus e Sabethes picam macacos contaminados pela doença, depois picam uma pessoa, fazendo com que o vírus vá para a sua corrente sanguínea, a infectando com a doença.  

 

 

Já a febre amarela urbana, não existe no Brasil desde 1942 e é transmitida quando o mosquito Aedes aegypti, pica uma pessoa doente e depois pica outra pessoa, transmitindo a doença. Exatamente como acontece com a dengue, zika e chikungunya. No entanto, se é difícil controlar a proliferação dos mosquitos que transmitem a doença  nas zonas urbanas, é impossível acabar com os vetores silvestres da febre amarela, afinal, eles fazem parte do ambiente natural em que vivem. Por isso, a estratégia para impedir que o vírus penetre nas zonas urbanas é vacinar a população.

 

Quais são os sintomas da Febre Amarela?

 

 

 

 

 

Os sintomas da febre amarela variam bastante: podem ser leves a ponto de serem confundidos com os de uma virose banal e regredir espontaneamente, ou podem evoluir para complicações graves, levando à morte.

 

Os principais sinais da doença são febre com calafrios, mal-estar, dor de cabeça, dores musculares muito fortes, cansaço, vômito e diarréia, estes sintomas podem surgir de três a seis dias após a picada do inseto, que representa o período de incubação do vírus.

 

No entanto, algumas pessoas apresentam icterícia progressiva – pigmentação amarela ou verde na pele e na parte branca do olho – , desta característica vêm o nome da doença: febre amarela. Insuficiência renal, complicações no fígado, comprometimento do pulmão, problemas cardíacos (miocardite), além de convulsões e delírios, estes são os sintomas da doença, que podem levar à morte.

 

Como a febre amarela é diagnosticada?

 

O diagnóstico da febre amarela considera os sintomas que o paciente apresenta, se ele já foi vacinado e há quanto tempo, também é investigado a ocorrência de casos da doença a sua volta.  A morte de macacos nos lugares em que a pessoa esteve ou vive são indícios que devem ser considerados no diagnóstico de febre amarela.

 

Contudo, só é possível confirmar o diagnóstico depois de realizar exames laboratoriais complementares (MAC-Elisa, PCR ou isolamento do vírus em cultura) em laboratórios de referência indicados pelas secretarias estaduais de saúde.  Se o resultado dos testes for positivo, a única forma de impedir que o vírus se espalhe é vacinar a população que vive ou esteve nas áreas de risco.

 

Existe tratamento para a febre amarela?

 

 

 

Ainda não existem medicamentos específicos para destruir o vírus, reverter o quadro clínico ou evitar as complicações da  febre amarela. Por isso, a vacina é a melhor forma de prevenção. Após adquirida, o tratamento da doença consiste em repouso em ambiente hospitalar, sob cuidados médicos para evitar as complicações graves  da febre amarela

 

O paciente deve ficar bem hidratado e sob supervisão médica, recebendo medidas para aliviar os sintomas da doença. Não é aconselhado realizar automedicação, pois isso pode agravar o quadro clínico do paciente. O uso de remédios  que contenham ácido acetilsalicílico, por exemplo, pode aumentar o risco de sangramentos. Então, não brinque com a saúde! Caso suspeite de febre amarela, procure o diagnóstico médico.

 

Vacina contra febre amarela

 

 

A vacina é uma opção segura e eficaz contra a febre amarela. Produzida a partir do vírus vivo atenuado da doença, ela raramente apresenta efeitos colaterais adversos. E em vários estados brasileiros, já faz parte do Calendário Nacional de Vacinação.

 

Após dez dias da aplicação, o imunizante oferece uma alta taxa de proteção contra o vírus da febre amarela. Pois, a vacina estimula o próprio organismo a produzir anticorpos que não deixam a doença se instalar mesmo se posteriormente o vírus entrar em contato com você.

 

Quem deve tomar a vacina?

 

 

A vacina é indicada para crianças a partir de 9 meses e adultos com até 60 anos. Idosos e gestantes devem vacinar-se apenas sob orientação médica. A vacina é indicada principalmente para adultos e crianças que residam nas proximidades de áreas endêmicas ou que pretendem viajar para esses lugares, seja dentro ou fora do Brasil.  Nesse último caso, a primeira dose deve ser aplicada dez dias antes da partida para que o organismo tenha tempo de produzir os anticorpos necessários para combater o vírus.

 

Outras medidas para combater a Febre Amarela

 

 

Erradicar o mosquito transmissor da febre amarela silvestre é impossível, mas combater o mosquito Aedes aegypti nas cidades é uma medida extremamente importante para evitar surtos da doença nas áreas urbanas.

 

Por isso,  existem alguns cuidados que podem ser executados, como:

– Eliminar os focos de água parada que possam servir de criadouro para os mosquitos;

– Utilizar repelentes de insetos aprovados pela ANVISA no corpo e nas roupas;

– Colocar mosquiteiros ao redor das camas.

 

Lembrando que as opções acima são apenas para reforço. Se você quer ficar protegido de verdade, agende a sua vacina.

 

E no Côrtes Villela a imunização também vai até você. Para quem não pode sair de casa ou prefere o conforto e comodidade do lar, nós oferecemos o atendimento domiciliar. Ideal para facilitar a sua vida! Entre em contato com nossa equipe e confira todas as vantagens do nosso laboratório.