Conscientização
Mal de Alzheimer: prevenção e diagnóstico precoce

O que é o Mal de Alzheimer?
O Mal de Alzheimer é uma doença neurodegenerativa progressiva que afeta a memória, o pensamento, o comportamento e, com o tempo, a autonomia das pessoas. É a forma mais comum de demência no mundo.
Apesar de ser mais frequente em idosos, estudos mostram que as alterações cerebrais associadas à doença podem começar muitos anos antes do surgimento dos primeiros sintomas clínicos.
O Alzheimer provoca mudanças graduais no cérebro, levando à perda de funções cognitivas como memória, linguagem, raciocínio e comportamento. A doença afeta principalmente os neurônios, células essenciais para essas funções. Com o tempo, a comunicação entre esses neurônios é prejudicada, eles passam a ter dificuldade para se comunicar e muitos acabam sendo danificados e morrendo, o que contribui para a progressão dos sintomas.
Por isso, falar sobre prevenção, redução de risco e novas tecnologias, como exames de sangue que auxiliam no diagnóstico precoce, é fundamental. Cuidar da saúde do cérebro começa cedo e deve ser uma prioridade ao longo de toda a vida.
Qual a causa do Mal de Alzheimer?
A causa exata do Alzheimer ainda não é totalmente compreendida. A doença é considerada multifatorial, envolvendo fatores genéticos, biológicos, ambientais e relacionados ao estilo de vida.
A influência genética é mais evidente em casos raros de início precoce. Já nos casos mais comuns, que surgem após os 60 anos, o risco está associado a uma combinação de fatores ao longo da vida.
Entre os fatores relacionados a um maior risco de desenvolvimento da doença estão:
- Idade avançada
- Histórico familiar
- Doenças cardiovasculares
- Hipertensão
- Diabetes
A presença desses fatores não significa que a pessoa desenvolverá Alzheimer, mas reforça a importância da adoção de hábitos saudáveis, do acompanhamento médico regular e da identificação precoce de alterações cognitivas. Condições como Doenças cardiovasculares, Hipertensão e Diabetes, citadas acima, afetam os vasos sanguíneos e a circulação, inclusive no cérebro. Com o tempo, isso pode prejudicar a oxigenação e o funcionamento cerebral, aumentando o risco de demência, incluindo a doença de Alzheimer.
Quais são as 4 fases do Alzheimer?
O Alzheimer é uma doença progressiva e sua evolução costuma ser dividida didaticamente em quatro fases.

Como prevenir o Alzheimer? O que os estudos mostram
Embora o Alzheimer não possa ser prevenido de forma absoluta, estudos feitos pela Universidade Harvard, indicam que hábitos saudáveis podem reduzir o risco de desenvolver demência e retardar o surgimento dos sintomas.
Principais estratégias associadas à redução de risco:

Aprender coisas novas, ler, estudar e estimular o raciocínio fortalecem as conexões cerebrais. A saúde do cérebro é resultado das escolhas feitas ao longo da vida.
Alzheimer tem cura?
Atualmente, o Alzheimer não tem cura. No entanto, a ausência de cura não significa ausência de tratamento.
Os avanços da medicina têm permitido melhor controle dos sintomas e em alguns casos, possível desaceleração da progressão dos sintomas, especialmente quando o diagnóstico é realizado precocemente.
O acompanhamento médico adequado é fundamental para definir a melhor estratégia terapêutica em cada fase da doença.
Diagnóstico do Alzheimer
O diagnóstico do Alzheimer evoluiu significativamente nos últimos anos. Ele envolve:
- Avaliação clínica detalhada
- Testes cognitivos
- Exames laboratoriais
- Exames de imagem cerebral
Hoje, já existem exames de sangue, como o Precivity AD2, capazes de identificar biomarcadores associados às alterações biológicas da doença, representando um avanço importante na medicina diagnóstica.
O diagnóstico precoce permite:
- Início antecipado do acompanhamento e tratamento
- Melhor planejamento familiar
- Possível desaceleração da progressão dos sintomas
- Preservação da qualidade de vida por mais tempo
Precivity AD2: exame de sangue para diagnóstico precoce do Alzheimer
O Precivity AD2 é um exame de sangue inovador que auxilia na avaliação da probabilidade de presença de placas amiloides associados à doença de Alzheimer.
Diferentemente de exames invasivos, como a punção lombar – utilizada para coletar o líquido cefalorraquidiano (LCR) e analisar biomarcadores da doença – o Precivity AD2 utiliza uma simples coleta de sangue para avaliar marcadores relacionados ao acúmulo de placas amiloides no cérebro.
O exame auxilia na estimativa da presença de alterações biológicas associadas à doença de Alzheimer, especialmente em fases iniciais.
É importante destacar que o Precivity AD2 não substitui a avaliação médica. Ele funciona como ferramenta complementar dentro de um processo diagnóstico mais amplo, que inclui análise clínica e outros exames quando necessários.
Conclusão: por que o diagnóstico precoce do Alzheimer é tão importante?
O Alzheimer é uma doença complexa e progressiva. No entanto, o cuidado com a saúde do cérebro começa muito antes dos sintomas aparecerem.
A adoção de hábitos saudáveis ao longo da vida, a atenção aos sinais iniciais e o acesso a tecnologias modernas de apoio diagnóstico representam avanços importantes para pacientes e familiares.
Informação de qualidade, acompanhamento médico e estratégias de redução de risco são fundamentais para preservar a autonomia e a qualidade de vida em todas as fases da vida.
