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Vacina da dengue: o que esperar para 2026 e como se proteger

Vacina da dengue: o que esperar para 2026 e como se proteger

A vacina da dengue tem se tornado uma das principais estratégias de prevenção contra uma doença que segue como grande desafio de saúde pública no Brasil. Com projeções que indicam um possível aumento de casos em 2026, entender o cenário, os números atuais e o papel da vacinação é essencial para proteger a população.

Neste blog, reunimos informações claras e confiáveis sobre a vacina da dengue, o cenário previsto para 2026, a situação atual da doença e quem pode se vacinar.

 

Cenário previsto da dengue em 2026 no Brasil

Estudos epidemiológicos conduzidos por pesquisadores e instituições especializadas indicam que o Brasil pode enfrentar um novo pico de dengue em 2026. Esse cenário foi apresentado no contexto do desafio internacional InfoDengue–Mosqlimate Challenge 2025, uma iniciativa que reuniu 52 pesquisadores de 15 equipes do mundo todo e foi liderada por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Fundação Getulio Vargas (FGV), com o apoio do projeto InfoDengue.

Com base nas análises estudadas, especialistas alertam que o Brasil pode enfrentar um novo aumento nos casos de dengue, com estimativa de até 1,8 milhão de casos prováveis no Brasil.

Essa projeção considera fatores como:

  • Condições climáticas favoráveis ao Aedes aegypti;
  • Circulação simultânea dos sorotipos do vírus;
  • Padrões históricos de epidemias no país.

Diante desse cenário, a vacina da dengue ganha ainda mais importância como ferramenta de prevenção.

 

Casos de dengue registrados no Brasil em 2025

Em 2025, o Brasil enfrentou um cenário de alerta. Dados do painel oficial do Ministério da Saúde indicaram cerca de 1.611.826 casos prováveis de dengue, com mais de 1.688 óbitos confirmadoss até o final de novembro.

Mesmo com números inferiores aos de anos epidêmicos extremos, como 2024, que registrou 6.486.639 casos prováveis de dengue, o impacto sobre a saúde pública em 2025 foi significativo, reforçando a necessidade de prevenção contínua e ampliação da vacina da dengue.

 

Situação da dengue em Minas Gerais e em Juiz de Fora

Em Minas Gerais, ao longo de 2025 foram registrados aproximadamente 165.900 casos prováveis de dengue, com cerca de 117.275 confirmações laboratoriais, conforme os boletins epidemiológicos publicados pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais.

Em Juiz de Fora, o cenário também preocupa. O município contabilizou mais de 4.024 casos prováveis de dengue foram notificados em 2025, com cinco óbitos confirmados e outros em investigação.

Esses dados mostram que a dengue segue ativa no estado e que ações como prevenção ambiental, diagnóstico precoce e vacinação contra a dengue continuam sendo fundamentais.

 

Cobertura da vacina da dengue no Brasil

A vacina da dengue é um dos principais pilares para reduzir casos graves, hospitalizações e óbitos. No Brasil, a cobertura vacinal ainda está em expansão, tanto na rede pública quanto na privada.

A ampliação gradual da oferta e das faixas etárias elegíveis deve contribuir para uma proteção cada vez maior da população nos próximos anos.

A expectativa é que, nos próximos anos, cada vez mais pessoas tenham acesso à vacinação, fortalecendo a proteção coletiva contra a dengue.

 

Vacina QDenga contra a dengue: quem pode tomar

A Qdenga é a vacina tetravalente contra a dengue que protege contra os 4 tipos de vírus da doença: DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4, o que é fundamental em um país como o Brasil, onde diferentes sorotipos podem circular ao mesmo tempo.

Feita com o vírus atenuado, ela imuniza através de estímulo do sistema imunológico, criando uma barreira de imunidade. Ela pode ser aplicada em pessoas de 4 a 60 anos, independentemente de já terem tido dengue ou não.

Esse é um dos grandes diferenciais da QDenga, pois amplia significativamente o acesso à prevenção e contribui para a redução da circulação do vírus.

Isso significa que:

  • Quem nunca teve dengue pode se vacinar
  • Quem já teve dengue também pode se vacinar com a Qdenga

Segundo avaliações técnicas da Anvisa e dados de estudos clínicos internacionais, a vacina da dengue QDenga apresentou eficácia global de aproximadamente 80,2% na prevenção de casos sintomáticos.

Essa cobertura ampla ajuda a reduzir casos graves e hospitalizações, protegendo especialmente os grupos mais vulneráveis e diminuindo a pressão sobre os serviços de saúde.

 

A vacina da dengue pode causar efeitos colaterais?

A vacina contra a dengue pode causar efeitos colaterais leves e temporários, que costumam desaparecer em poucos dias. Os mais comuns são:

  • Dor, vermelhidão ou inchaço no local da aplicação
  • Dor de cabeça
  • Febre baixa
  • Cansaço ou mal-estar

Essas reações são esperadas e indicam que o organismo está criando proteção contra o vírus.

 

Há contraindicações para a vacina da dengue?

A vacinação contra a dengue não é indicada para todos. Devem evitar a vacina:

  • Gestantes
  • Mulheres que estão amamentando
  • Pessoas com imunodeficiência grave
  • Pessoas que vivem com HIV
  • Pessoas com histórico de reação alérgica grave a componentes da vacina

Por isso, a avaliação individual com um profissional de saúde é essencial antes da vacinação.

 

Vacina contra a dengue no Côrtes Villela: proteção e cuidado

O Côrtes Villela oferece a vacina QDenga contra a dengue, seguindo rigorosamente as orientações da Anvisa, com tecnologia de ponta, equipe qualificada e atendimento humanizado.

Além da vacinação, o Côrtes oferece:

✔️ Diagnóstico rápido de dengue e outras arboviroses por meio de testes rápidos (Potz e Bign), utilizados na triagem inicial dos casos, com possibilidade de reação cruzada entre arboviroses (RCA).

✔️ Orientação clara sobre prevenção

✔️ Cuidado completo com a saúde da população

Quando o assunto é dengue, prevenir é sempre o melhor caminho.

Agende sua vacinação contra a dengue no Côrtes Villela e proteja sua saúde.

 

 

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Fonte da projeção: artigo “Fiocruz y socios presentan previsiones más optimistas para la temporada de dengue de 2026”, publicado pelo The Global Health Network LAC, que relata os resultados do InfoDengue–Mosqlimate Challenge 2025 e a contribuição de pesquisadores da Fiocruz, FGV e equipes internacionais.