IST’s mais comuns no Brasil: Como se prevenir e quais exames fazer

Você sabe quais são os tipos de infecções Sexualmente Transmissíveis – IST’s mais comuns no brasil?

Anteriormente conhecidas como Doenças Sexualmente Transmissíveis – DST, as IST’s costumam aparecer quando se tem relações sexuais sem camisinha, seja através do contato íntimo vaginal, anal ou oral.

Geralmente, essas infecções causam sintomas que afetam os órgãos genitais, como dor, vermelhidão, pequenas feridas, corrimento, inchaço, dificuldade para urinar ou dor durante o contato íntimo.

Bom, se você já teve ou tem algum desses sinais, pode ser que tenha sido contaminado por alguma IST. Mas como saber se realmente já teve ou tem alguma doença? Foi pensando nessa respostas que preparamos este artigo.

Confira!

 

Quais são os tipos de IST’s mais comuns no Brasil? 

Primeiramente, é importante entender que, segundo a Organização Mundial de Saúde cerca de 340 milhões de casos de IST’s ocorrem por ano no mundo.

No Brasil, o que colabora para esse aumento é a taxa de pessoas que não utilizam preservativos durante a relação sexual.

De acordo com o Ministério da Saúde, 56,6% dos brasileiros entre 15 e 24 anos usam camisinha durante o ato sexual.

Ou seja, existe ainda uma parcela significativa de pessoas que não se protege, o que favorece o surgimento das infecções.

Mas quais são as IST’s mais comuns no Brasil? Descubra abaixo!

 

1.Clamídia

A clamídia é uma doença causada por uma bactéria. Inclusive, ela pode ser adquirida tanto por contato íntimo desprotegido ou através do compartilhamento de brinquedos sexuais, por exemplo.

Corrimento amarelado e espesso, vermelhidão nos órgãos genitais e dor na pélvis são alguns dos sintomas.

Mas o que intriga é que muitas vezes a doença se manifesta de forma assintomática e passa despercebida, o que dificulta o diagnóstico.

Como é o tratamento: quando diagnosticada, a clamídia normalmente é tratada com antibióticos como Azitromicina ou Doxiciclina.

No entanto, a indicação dependerá do médico responsável, o urologista ou ginecologista. Por isso, para qualquer suspeita de IST é importante procurar ajuda com o especialista!

 

2.Gonorreia

Outra doença que integra a lista de IST’s mais comuns no Brasil é a gonorreia. Também causada por bactérias e com outras causas semelhantes à clamídia, ela pode provocar diversos sintomas, como:

 

– dor ao urinar;

– corrimento amarelado semelhante a pus;

– hemorragia vaginal fora da menstruação;

– dor abdominal;

– bolinhas vermelhas na boca.

 

Quando identificada, o tratamento é feito com o uso de Ceftriaxona e Azitromicina.

É uma doença que atinge homens e mulheres. É importante que a medicação seja tomada, pois, do contrário, a gonorreia pode afetar as articulações e o sangue, causando risco à vida.

 

3.HPV

O vírus do papiloma humano (HPV) é responsável pelo crescimento de lesões na pele dos órgãos genitais de homens ou mulheres que podem ter textura suave ou rugosa.

Ele existe com mais de 200 variações e sua manifestação verrugosa pode aparecer no pênis, vulva, vagina, ânus, colo do útero, boca ou garganta. É extremamente contagioso.

O sexo sem proteção é a principal forma de transmissão do HPV, seja pelo coito ou pelo sexo oral.

A maior preocupação sobre o HPV está associada a alguns tipos do vírus que causam câncer, principalmente no colo do útero e no ânus, mas também na boca e na garganta, doença que vêm aumentando entre os jovens.

A boa notícia é que a maioria das pessoas que têm contato com o HPV não desenvolvem formas mais graves da doença, inclusive, o organismo de algumas elimina o vírus sem que a mesma tenha algum sintoma.

Apesar disso, tanto as verrugas genitais como o vírus do HPV não tem cura, uma vez que ele permanece adormecido no corpo.

Porém existe tratamento com a aplicação de pomadas, ácidos e outros procedimentos que são feitos nas verrugas.

 

4.Herpes Genital

O herpes genital é outro vírus que merece atenção. A facilidade de contágio contribui para que ele apareça na nossa lista de IST’s mais comuns no Brasil.

Os sintomas são causados pelo vírus do herpes labial e provoca pequenas bolinhas vermelhas na pele muito próximas umas das outras, contendo um líquido rico em vírus.

De cor amarelada e com vermelhidão ao redor que causa coceira, ele afeta principalmente as coxas, ânus e órgãos genitais.

Além disso, também é possível ter febre, dor ao urinar e corrimento, especialmente no caso das mulheres.

infecção pelo vírus não tem cura e os sintomas podem demorar até 20 dias a desaparecer.

Remédios como Aciclovir, Valaciclovir ou Famciclovir costumam ser empregados no tratamento, ajudando a diminuir o desconforto causado pelos sintomas.

 

5. tricomoníase

A tricomoníase é causada por um parasita que causa sintomas como:

 

– corrimento acinzentado ou verde-amarelado e espumoso com mau cheiro forte e desagradável;

– vermelhidão;

– coceira intensa;

– inchaço dos órgãos genitais.

 

Apesar de ser uma infecção pouco comum, ela atinge homens e mulheres e pode ser transmitida pelo compartilhamento de toalhas úmidas ou banho, por exemplo.

O tratamento é feito com um antibiótico da classe Metronidazol e dura entre 5 e 7 dias.

 

6.Sífilis

A sífilis também é uma das IST’s mais comuns no Brasil, tendo como primeiro sintoma uma ferida na região genital que não sangra e também não dói.

Quando tratada corretamente e de acordo com a orientação médica, tem cura. No entanto, sem tratamento, a doença pode evoluir.

Podemos classificá-la, de acordo com os sintomas em:

Sífilis primária: é o estágio inicial da doença e é caracterizado pela presença de pequenas feridas avermelhadas, denominadas cancro duro, nos órgãos genitais;

Sífilis secundária: que é caracterizada pela presença de manchas rosadas ou acastanhadas na pele, boca, nariz, palma das mãos e planta dos pés. Além disso, pode haver comprometimento dos órgãos internos devido ao espalhamento da bactéria;

Sífilis terciária ou neurossífilis: ocorre quando a sífilis secundária não é tratada corretamente, levando a lesões maiores na pele, boca e nariz.

Além disso, na sífilis terciária, a bactéria pode invadir o sistema nervoso central, atingindo as meninges e a medula espinhal e causando sintomas como perda da memória, depressão e paralisia, por exemplo.

O tratamento é feito com remédios como Penicilina G ou eritromicina e, como falamos, quando feito corretamente existem chances de cura.

 

7.HIV/Aids

O vírus da imunodeficiência humana é o causador da Aids. É uma doença  que ataca o sistema imunológico, resultando no enfraquecimento considerável do sistema de defesa do humano.

No Brasil, apesar de a epidemia de HIV/Aids ser considerada estável, um índice vem chamando atenção: cada vez mais os mais jovens estão sendo acometidos pela doença.

Na última década, o índice de contágio mais que dobrou entre jovens de 15 a 19 anos, passando de 2,8 casos por 100 mil habitantes para 5,8 casos.

Também aumentou na faixa etária entre 20 a 24 anos, chegando a 21,8 casos a cada 100 mil habitantes.

A Aids provoca sintomas como:

 

– febre;

– suor;

– dor de cabeça;

– sensibilidade à luz;

– dor de garganta;

– vômitos;

– diarreia.

 

É uma doença que ainda não tem cura, mas tem tratamento para diminuir os sintomas e aumentar o tempo e qualidade de vida do infectado.

O tratamento é feito com medicamentos antirretrovirais, como Zidovudina ou Lamivudina, que tem a função de atacar o vírus e fortalecer o sistema imune.

 

Quais são as maneiras de se contrair uma IST?

Além de serem transmitidas pelo contato sexual, as IST’s também podem ser transmitidas:

 

– De mãe para filho através do sangue durante a gravidez, pela amamentação ou durante o parto;

– compartilhamento de seringas;

– compartilhamento de objetos pessoais, como toalhas;

– transfusão de sangue.

 

Como prevenir uma IST?

A melhor forma de prevenção é o uso da camisinha em todas as relações, além de evitar as outras formas de transmissão das doenças citadas no decorrer do texto.

 

Como saber se tenho uma IST?

O diagnóstico de uma IST pode ser feito com base nos sintomas e na observação dos órgãos genitais pelo especialista responsável.

Ela pode ser confirmada através de exames, como o papanicolau, assim como testes de sangue, para verificar, exatamente, a causa da doença e indicar o tratamento mais adequado.

 

Onde realizar o exame em Juiz de Fora e região?

O laboratório Côrtes Villela oferece mais de 1000 exames capazes de identificar diversas doenças.

Por meio de um acompanhamento médico, os principais exames para diagnosticar uma IST, principalmente os laboratoriais podem ser feitos em nossas unidades em Juiz de Fora e região. Veja aqui nossa lista de exames.

Aqui você conta com um diagnóstico personalizadopreciso e eficiente. Um esquema completamente pensado em sua saúde e bem-estar.

Não deixe sua saúde em segundo plano. Entre em contato ainda hoje e agende sua avaliação.

Além do mais, para facilitar ainda mais sua vida nesse momento de pandemia, possibilitando que você continue se cuidando em casa, você pode optar pelo atendimento domiciliar.

Mais uma opção do laboratório referência em medicina laboratorial para você tratar as IST’s mais comuns no Brasil.

Exames de sangue: Quais são os principais tipos e detecções mais comuns

Você sabe quais são os principais tipos de exames de sangue necessários? Essa é uma questão muito importante, afinal, os exames laboratoriais são essenciais para o diagnóstico de várias doenças, como alguns tipos de câncer, o diabetes, o colesterol alto, a anemia, etc..

No entanto, se você pertence ao grupo que só procura o médico quando está doente e só faz exames quando ele solicita, saiba que nem sempre nosso corpo mostra sinais claros de que algo não vai bem, e apenas a consulta com um médico pode detectar algo de errado.

Pensando nisso, nós, do laboratório Côrtes Villela, reunimos alguns tipos de exames laboratoriais que você precisa conhecer, incluir na sua rotina de saúde e ficar sempre de olho nos resultados.

Confira!

 

Exames de sangue: quais são os mais comuns?

Os exames de sangue servem como teste complementar para o diagnóstico de doenças.

Ele também pode ser utilizado para a realização de check-ups de rotina que garantem a preservação da saúde e ajudam a controlar as taxas de certas substâncias no organismo, além é claro, de colaborar para a detecção de forma precoce de doenças.

O ideal é que o check-up seja feito, pelo menos, uma vez ao ano.

 

1- Hemograma

O hemograma é o exame de sangue realizado para checar a saúde geral do paciente.

Ele identifica problemas como anemia, infecções e inflamações através da contagem de três tipos de célula:

  • plaquetas – são responsáveis pela coagulação sanguínea. Se os níveis estiverem altos,é chamado de trombocitose. Mas se estiver baixo, trombocitopenia.
  • Hemácias (glóbulos vermelhos) –
  • Leucócitos (glóbulos brancos) – são as células de defesa do nosso corpo. Se há um aumento nos números, chamada de leucocitose, pode indicar um processo infeccioso em curso, ou a presença de uma leucemia. Já quando os leucócitos estão baixos chamamos o quadro de leucopenia e significa uma supressão da imunidade, deixando o paciente sujeito à infecções;

2- Colesterol

Esse tipo de exame de sangue é responsável por avaliar os níveis de colesterol e triglicérides na corrente sanguínea.

O colesterol é um tipo de gordura produzida pelo fígado e que é importante produzir hormônios e vitaminas.

O HDL, chamado de o colesterol “bom” é capaz de proteger os vasos do acúmulo de placas de gordura. É muito importante que ele esteja elevado.

No entanto, níveis anormais do colesterol LDL e VLDL, que é o considerado “ruim” são prejudiciais à saúde, favorecendo o surgimento de doenças cardiovasculares e outras complicações.

Já os triglicerídeos são outro tipo de gordura, que em nível elevado pode causar risco ao coração, além de levar à obesidade.

 

3- Creatinina e ureia

São exames de sangue importantes para avaliar a função dos rins. Eles são complementares. Normalmente, níveis elevados de ureia e de creatinina indicam problemas na capacidade de filtragem dos rins.

É muito comum que os laboratórios calculam as taxas de forma automática para o médico, apresentando os valores com nomes como “taxa de filtração glomerular” ou “clearence de creatinina”.

Valores menores que 60 ml/minuto podem indicar insuficiência renal, sem que necessariamente o paciente apresente sintomas.

Entretanto, cabe ressaltar que este exame precisa muito da interpretação do médico,uma vez que é essencial avaliar outros pontos antes de indicar comprometimento na função renal.

 

4- Glicemia

O exame de glicemia é utilizado para medir o nível de glicose no sangue. Através dele é possível diagnosticar o diabetes, bem como controlá-lo.

No entanto, para que não ocorra um resultado falso-negativo, é fundamental que o paciente respeite as 8 horas mínimas de jejum antes de fazer a coleta de sangue.

Os resultados indicam:

  • glicemia normal: quando ela está abaixo de 100 mg/dl;
  • pré-diabetes: quando a taxa está entre 100 e 125 mg/dl;
  • diabetes: quando o nível está acima de 126 mg/dl.

 

5- Transaminases (ALT e AST) ou TGP e TGO

São exames de sangue realizados para se avaliar o fígado. Valores elevados indicam lesão das células hepáticas.

Outro fator a considerar é quando apenas o TGO está alto, o que pode indicar uma lesão cardíaca. Isso porque ele também está presente nas células do músculo e do coração.

As principais doenças que elevam as transaminases e a TGP e a TGO são:

  • cirrose;
  • hepatites virais ou autoimunes;
  • esteato-hepatite;
  • lesão do fígado devido a bebidas alcoólicas, drogas e medicamentos;
  • isquemia do fígado;
  • câncer de fígado;
  • Doença de Wilson;
  • hemocromatose.

 

6- TSH e T4 livre

Esse exame de sangue avalia a tireoide, órgão localizado no pescoço.

Quando não está funcionando corretamente, a tireoide pode causar o hipotireoidismo ou o hipertireoidismo.

Se o TSH estiver elevado, pode ser indício de hipotireoidismo, que é diagnosticado com níveis de TSH acima de 10 mU/L e baixos níveis de T4 livre.

No caso de níveis elevados de TSH e T4 livre, o problema pode estar na hipófise. Ou seja, um tipo de hipotireoidismo mais raro, pode ser a causa do desequilíbrio.

Entretanto, em situações onde o TSH se encontra abaixo do limite normal, o caso é de hipertireoidismo, o que ocasiona o aumento do T4 livre.

Já se o TSH e T4 livre estiverem menores que o normal, o caso pode ser de hipertireoidismo central.

É importante salientar que os exames de sangue devem ser feitos regularmente, para que a sua saúde possa estar sempre em dia.

Lembre-se de consultar o médico constantemente, além de manter uma boa alimentação e praticar exercícios físicos.

Gostou do conteúdo? Então aproveite também para conhecer os exames de sangue que o laboratório Côrtes Villela oferece.

 

Exames de detecção do coronavírus: quais são e como funcionam

Exames de detecção do coronavírus? Quais são? Importantes aliados da medicina enquanto não se obtém um tratamento específico para a Covid-19, os testes diagnósticos não servem apenas para identificar a doença, mas ajudam também a conhecer quais rumos a epidemia tem tomado e quais medidas precisam ser adotadas para contê-la.

No entanto, ainda existem muitas dúvidas em relação aos testes, uma vez que uma pequena parcela da população foi submetida a algum tipo do exame.

Para esclarecer todas as suas dúvidas, o laboratório Côrtes Villela preparou este artigo.

Vale à pena conferir!

Exames de detecção do coronavírus: quais são e como funcionam?

 

1.Teste RT-PCR

O primeiro da lista recebeu até selo dos especialistas. É considerado padrão-ouro, ou seja, dos exames de detecção do coronavírus, é o com a menor probabilidade de erro. Tem sido utilizado no mundo todo para identificar a Covid-19.

Trata-se de um teste que busca fragmentos genéticos do vírus em secreções respiratórias, por meio de uma técnica chamada de PCR (sigla em inglês para Reação em Cadeia de Polimerase) RT (Transcrição Reversa), por biologia molecular.

As amostras utilizadas na avaliação são coletadas quando se introduz um cotonete especial, conhecido como “swab”, nas narinas, atingindo a nasofaringe.

É um exame bem simples, indolor, podendo causar apenas algum desconforto no local.

Até então, a coleta do material era feita através do nariz e garganta, porém, estudos mostraram que a coleta pela nasofaringe é suficiente, já que ela apresenta maior sensibilidade do que a coleta pela orofaringe.

No laboratório, uma máquina de PCR amplifica o material genético da amostra, para que ele se torne visível. Em seguida, é feita uma comparação com o material genético do vírus.

Caso seja constatada a presença do gene do coronavírus na amostra, o resultado é positivo.

Se não há material do vírus presente, negativo. Mas também existe a situação em que a carga genética coletada é insuficiente. Nesse caso, recomenda-se a repetição do exame.

 

Quem deve realizar o teste RT-PCR?

Bom, agora que você já sabe que o teste RT-PCR é o exame de detecção do coronavírus com a menor probabilidade de erro, é importante que saiba que esse exame é indicado para quem já apresentou ou está tendo sintomas característicos da doença ou então, esteve em contato prolongado com uma pessoa infectada.

É o caso dos profissionais de saúde, por exemplo, que se enquadram ao último caso.

O teste deve ser feito a partir do 3º dia após o início dos sintomas e até o 10º dia, pois ao final desse período, a quantidade de material genético tende a diminuir.

Apesar da grande eficácia do PCR, sobretudo, para detectar o vírus no início da contaminação, o resultado do teste costuma demorar um dia para ficar pronto.

Além disso, existem várias metodologias e protocolos para realização da RT-PCR, por isso, os resultados podem variar de um laboratório para outro.

 

2. Exames para detecção de Anticorpos para SARS-Cov-2

Diferentemente do teste RT-PCR, a sorologia, exame de detecção do coronavírus que verifica a quantidade de anticorpos produzidos pelo organismo, é feita para analisar a resposta imunológica do corpo à infecção.

O exame é realizado a partir da amostra de sangue do paciente, onde é possível detectar os anticorpos IgA, IgM e IgG, que são produzidos por pessoas que foram expostas ao novo coronavírus.

Os anticorpos começam a ser detectados no sangue a partir do 7º dia após o início dos sintomas, porém a maior sensibilidade só é atingida entre o 10º e após o 14º dia.

 

Quem deve fazer esse exame?

Além dos já conhecidos quadros sintomáticos e de exposição ao vírus, pessoas que queiram uma evidência da produção de anticorpos contra o coronavírus, mesmo que não tenha apresentado quadro clínico sugestivo do Covid-19, podem realizar o exame.

 

3. Teste rápido coronavírus

Os testes imunocromatográficos para o coronavírus ficaram popularmente conhecidos como testes rápidos.

Para sua realização, são utilizados dispositivos de uso profissional, manuais, de fácil execução, que não necessitam de outros equipamentos de apoio, como os que são usados em laboratórios.

Ele é muito parecido com a medição de glicose, pois no momento da coleta do sangue, a ponta do dedo do paciente é espetada para colher uma gota do material.

Logo em seguida, o sangue coletado é colocado em um espécie de fita, que vai detectar a presença dos anticorpos IgM e IgG. Se a fita ficar colorida, indica a produção de anticorpos. Logo, o paciente contraiu o coronavírus.

Apesar do resultado sair em cerca de 15 minutos, o teste é indicado para pessoas que tiveram contato com o vírus.

Outro fator para levar em conta é que o teste rápido também não detecta o vírus nos primeiros dias, pois geralmente o corpo começa a produzir anticorpos a partir do 7º dia.

 

O método utilizado pode interferir no resultado do teste de anticorpos?

Sim. A maneira como se coleta o sangue, seja no dedo ou no braço, pode interferir no resultado, visto que a coleta de material no braço do paciente e obtenção do soro é mais fiel e permite um melhor desempenho dos testes.

Os estudos recentes também demonstram que a sorologia oferece, ainda, respostas quantitativas, que fornecem dados adicionais para a interpretação dos resultados.

 

Exames de detecção do coronavírus: podem ocorrer resultados falsos-negativos ou falsos-positivos?

Apesar de não ser frequentes, principalmente se os exames forem realizados em datas corretas como listamos no texto, é possível que eles apresentem resultados falsos-negativos ou falsos-positivos.

Principalmente, se o profissional destinado à análise não estiver preparado ou devidamente capacitado, o que pode resultar em falhas. Por isso, procure por laboratórios de confianças e descubra quais são os processos utilizados.

O laboratório Côrtes Villela está pronto para te atender. Além dos materiais de alta qualidade utilizado no processo, temos a experiência de mais de 90 anos de mercado. Por isso, conte conosco!

Aqui, você pode realizar os principais exames de detecção do coronavírus, causador da doença Covid-19: o RT-PCR, a Pesquisa de Anticorpos contra Sars-CoV-2 (sorológico) e o teste rápido.

E o melhor, o agendamento para a coleta em domicílio pode ser feito pelo site ou pelo telefone (32) 3311-7770.

Quais são as doenças mais comuns no outono e como evitá-las?

Você sabe quais são as doenças mais comuns no outono e como evitá-las? Além do coronavírus, que tem preocupado a população de uma maneira geral, principalmente por conta de não haver ainda uma vacina ou tratamento específico, esta época do ano também é caracterizada pelo aumento de doenças respiratórias.

Quer saber quais são essas patologias e por qual motivo você deve ficar atento à presença delas?

Então continue a leitura!

 

Por que nesta época do ano há um aumento de doenças respiratórias?

Existem vários fatores relacionados a essa crescente, mas um dos principais é a mudança de temperatura, sobretudo, a chegada do frio, que é um irritante natural das vias aéreas.

Além disso, este também é um período marcado pela redução da umidade relativa do ar e pela inversão térmica, responsável pelo acúmulo maior de poluentes na atmosfera.

Por conta do clima mais frio, as pessoas tende a se concentrar mais tempo em locais fechados e pouco arejados, elevando também o uso de casacos e cobertores, que por ficarem guardados no armário por longos períodos, acumulam poeira.

Quais são as doenças mais comuns no outono e como evitá-las?

Rinite

A rinite é uma inflamação do nariz e estruturas adjacentes ocasionada pela exposição aos agentes alérgenos caracterizada por obstrução nasal, coriza, espirros, irritação dos olhos e coceira no nariz e na garganta.

 

Bronquite

A bronquite é uma inflamação dos brônquios –  os dutos que levam ar aos pulmões –, podendo ser ocasionada por infecções, agentes irritantes e alergia.

Os sintomas costumam ser:

  • falta de ar;
  • chiado no peito;
  • dor no peito;
  • tosse seca;
  • febre.

Pessoas com outras doenças respiratórias ou cardíacas têm mais facilidade para desenvolver quadros de bronquite. Por se tratar de uma doença que causa complicações a curto prazo, é importante ficar atento aos sintomas e fazer acompanhamento médico.

 

Sinusite

É uma inflamação das mucosas da face, localizadas na região ao redor do nariz – também  conhecidas como as maçãs do rosto – e na região dos olhos.

Os principais são: dor de cabeça, especialmente nos seios da face, congestão nasal, coriza, tosse e em alguns casos febre e indisposição.

 

Asma

A presença de inflamação e obstrução das vias aéreas é conhecida como asma. Geralmente, ela se manifesta, principalmente, pela tosse, falta de ar, chiado no peito, dor ou aperto no peito.

A asma ocorre quando os pequenos dutos pulmonares, os bronquíolos, são estreitados por um processo inflamatório, o que dificulta a respiração.

 

Bronquiolite

Essa é uma doença muito comum em bebês e em crianças pequenas. A partir dos 6 meses de vida, a criança já pode começar a desenvolver a doença.

Ela ocorre quando os bronquíolos inflamam, causando tosse, chiado no peito, falta de ar, cansaço.

O tratamento para a maioria das alergias, como a asma, rinite, bronquite e sinusite deve ser focado no controle dos agentes alérgenos no ambiente que as pessoas frequentam, e no uso de remédios para controlar os sintomas.

 

Resfriado

É uma infecção viral que afeta nosso sistema respiratório, podendo ser causada por vários vírus. Os sintomas do resfriado são semelhantes aos da gripe, mas podem surgir de uma forma mais leve.

A pessoa com resfriado pode apresentar, coriza, dor de garganta, tosse, congestionamento nasal, dores no corpo ou leve dor de cabeça, espirros, febre baixa e mal-estar.

Geralmente, a maioria das pessoas infectadas levam de 7 a 10 dias para se recuperar.

 

Gripe

Assim como o resfriado, a gripe é causada por um vírus (influenza). A transmissão do vírus influenza acontece através do contato com secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada quando ela fala, tosse ou espirra. Mãos e objetos contaminados também são fontes de transmissão.

Os sintomas são mais intensos, podendo ocorrer:

  • tosse;
  • dor na garganta;
  • febre;
  • indisposição;
  • dores nas articulações, cabeça e músculo.

As pessoas costumam levar de 7 a 10 dias para se livrar da doença. É preciso ficar atento, pois a gripe pode levar a complicações mais graves, como a pneumonia.

 

Campanha de vacinação contra a gripe 2020

Todos os anos, é necessário se vacinar contra a gripe, principalmente as pessoas do grupo prioritário. Neste ano, ele é composto por:

  • Idosos com mais de 60 anos
  • Adultos com 55 a 59 anos
  • Crianças de 6 meses a 6 anos incompletos (5 anos, 11 meses e 29 dias)
  • Gestantes
  • Puérperas (mulheres que tiveram um filho nos últimos 45 dias)
  • Trabalhadores da área de saúde
  • Professores de escolas públicas e privadas
  • Povos indígenas
  • Portadores de doenças crônicas e outras condições clínicas
  • Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos que estão sob medidas socioeducativas
  • População privada de liberdade
  • Funcionários do sistema prisional
  • Profissionais de forças de segurança e salvamento (policiais e bombeiros, por exemplo)

A vacina contra a gripe é trivalente e protege contra os três vírus que mais circularam no hemisfério sul em 2019: Influenza A (H1N1), Influenza B e Influenza A (H3N2). Na rede particular, também é possível obter a versão tetra, que protege contra mais um tipo B da gripe.

No entanto, mesmo que você não faça parte do grupo de risco, pode se vacinar, até porque, a vacinação traz benefícios para todo mundo.

O laboratório Côrtes Villela oferece a vacina contra a gripe, e o melhor, por conta da epidemia do coronavírus e da necessidade de cumprir as medidas de quarentena para o bem de todos, nós levamos a vacina até você.

Agende aqui o seu horário!

 

Pneumonia

A pneumonia é uma infecção no pulmão causada por vírus ou bactéria, que pode ser desencadeada pela gripe ou de um resfriado mal curado.

Os sinais e sintomas podem variar, mas se manifestam pela dor no peito ao respirar ou tossir, tosse com catarro, fadiga, febre, transpiração e calafrios com tremor, náusea e dificuldade para respirar.

Idosos estão mais propensos a ter a doença, que se não for tratada, pode levar à morte.

As vacinas contra a pneumonia são a pneumo 13 e a pneumocócica 23. Elas são recomendadas a pessoas em alto risco, como idosos acima de 60 anos, pacientes com HIV, oncológicos, transplantados, asmáticos.

Cabe ressaltar que as vacinas são extremamente importantes em época de epidemia do coronavírus. Elas não previnem a Covid-19, mas impedem que as pessoas fiquem doentes por duas doenças ao mesmo tempo, o que deixaria o sistema imunológico sobrecarregado.

 

Doenças mais comuns no outono e como evitá-las: você sabe o que fazer?

A adoção de hábitos simples pode ajudar a prevenir as doenças mais comuns desta época do ano. Por isso, previna-se.

É essencial manter os cômodos, as roupas de cama, os tapetes e os carpetes livres da poeira para evitar a proliferação dos agentes infecciosos que causam diversos problemas respiratórios.

Além disso, você também deve:

  • lavar as mãos várias vezes ao dia;
  • cobrir o nariz e a boca ao espirrar ou tossir;
  • não compartilhar objetos de uso pessoal;
  • evitar locais com aglomeração de pessoas;
  • não fumar;
  • usar umidificador de ar quando o tempo estiver muito seco;
  • higienizar os brinquedos das crianças frequentemente;
  • ter uma alimentação equilibrada, consumindo frutas, verduras e legumes típicos da estação ;
  • manter sempre a casa arejada e ensolarada;
  • evitar ter animais de pêlo como cão e gato, sobretudo, circulando dentro de casa;

 

Ficou com alguma dúvida sobre as doenças mais comuns no outono e como evitá-las? Deixe sua mensagem! Saiba mais sobre saúde e prevenção em nosso blog.

Como lidar com os sintomas do coronavírus em casa?

Como você já deve saber, ainda não existe um tratamento oficial contra a Covid-19, embora diversos medicamentos estejam sendo testados para combater a doença. Nesse caso, a principal orientação dos médicos é controlar os sintomas do coronavírus até que o corpo se cure da infecção.

Analgésicos e antitérmicos estão sendo prescritos para aliviar os incômodos causados pela doença no corpo.

No entanto, por se tratar de uma patologia ainda desconhecida, é preciso ter atenção com o autocuidado, uma vez que ele pode trazer complicações.

Pensando nisso, o laboratório Côrtes Villela preparou este artigo para te ajudar, caso você apresente algum sintoma da doença. Continue lendo!

 

Quais são os sintomas do coronavírus?

A primeira coisa que você precisa estar atento é sobre quais são os sintomas do coronavírus, já que eles podem ser facilmente confundidos com os de uma gripe.

As pesquisas têm apontado que mais de 80% dos casos da Covid-19 são leves e apresentam febre, cansaço e tosse seca.

Alguns pacientes também podem ter dores, congestão nasal, corrimento nasal, dor de garganta ou diarréia. Esses sintomas geralmente são leves e começam gradualmente.

Ainda existe a situação em que as pessoas são infectadas, mas não chegam desenvolver sinais da doença.

Entretanto, pessoas idosas ou com doenças crônicos, como pressão alta, problemas cardíacos ou diabetes, têm maior probabilidade de desenvolver problemas graves, como:

– dificuldade para respirar;

– falta de ar;

– insuficiência pulmonar;

– choque séptico;

– falência de órgãos.

Se não tiverem acompanhamento médico correto, tais condições podem levar à morte.

 

O que fazer diante de sintomas leves?

O que se sabe até agora é que a maioria das pessoas se recuperam da doença sem precisar recorrer a tratamento especial.

Estando em repouso, você deve adotar as práticas de autocuidado, que inclui:

– hidratação: beba muita água e sucos naturais;

– alimentação saudável: evite alimentos gordurosos e frituras, prefira as frutas da estação;

– evite bebidas alcoólicas;

– evite fumar;

– utilize medicamentos para aliviar os sintomas, como analgésico e antitérmicos;

– não utilize anti-inflamatórios, como ibuprofeno.

Em caso de dúvidas e orientações sobre procurar ou não o pronto socorro, o Ministério da Saúde disponibilizou o telefone 136. A ligação é gratuita.

Saiba que o repouso é fundamental para sua recuperação.

Além disso, este pode ser um período para mudança de hábitos, ler, assistir sua série preferida ou desenvolver um novo talento como música, culinária etc.

 

É necessário me afastar dos demais moradores?

O Ministério da Saúde aconselha que a pessoa que apresente sintomas se isole, durante 14 dias, em um cômodo da casa, com a porta fechada e as janelas abertas para circulação de ar.

Também é preciso respeitar um distanciamento de pelo menos um metro dos demais residentes da casa, além de efetuar a limpeza de maçanetas, vaso sanitário e móveis com álcool 70% ou água sanitária.

Objetos como talheres, lençóis, copos e toalhas não devem ser compartilhados, assim como o lixo produzido pelo assintomático também precisa ser separado.

De qualquer forma, é necessário respeitar as recomendações quanto ao isolamento social, estando infectado ou não, pois uma grande parcela das pessoas que contraem a doença não apresenta sintomas.

 

Quando devo ir ao hospital por conta do coronavírus?

Deve buscar atendimento presencial quem apresentar febre alta (acima de 39°C) e dificuldade para respirar. 

O principal intuito dessa medida é evitar a sobrecarga do sistema de saúde de forma desordenada e o contágio de pessoas que ainda não foram contaminadas pelo coronavírus.

 

Quando o coronavírus exige internação?

dificuldade para respirar é o principal sintoma do coronavírus que leva à internação.

Para optar pela internação, os médicos medem a saturação de oxigênio, a frequência respiratória e alterações na ausculta pulmonar — a já conhecida “escutada do peito” feita com o estetoscópio.

Caso necessite de internação, o  paciente recebe oxigênio suplementar para auxiliar o trabalho dos pulmões.

Ele pode ser ofertado tanto por um cateter nasal quanto por ventilação mecânica, quando o internado é conectado por um tubo a uma máquina que faz a respiração de forma artificial.

Essa segunda estratégia precisa ser feita na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

O tempo sob cuidados intensivos costuma ser longo.

Depois da alta, o acompanhamento precisa ser continuado, pois há indícios iniciais de que a Covid-19 deixa sequelas no pulmão. 

Algumas pessoas podem perder a funcionalidade de algumas áreas, culminando em menor capacidade respiratória.

Lembre-se que ficar em casa, adotar o repouso e as recomendações de autocuidado são suficientes para lidar com casos mais leves do coronavírus.

Evidentemente que é preciso ficar atento à evolução do quadro. Sintomas leves, como tosse e coriza prolongadas por vários dias, não são preocupantes.

Mas, se você apresentar  febre alta persistente e tosse acompanhada de desconforto respiratório, procure atendimento médico imediatamente.

Caso ainda possua dúvidas sobre como lidar com sintomas do coronavírus, acesse nosso blog. Temos informações incríveis te esperando lá.

Lista de vacinas para 2020

vacinação é um dos mecanismos mais eficientes para auxiliar o organismo humano na luta contra infecções e bactérias.

Basicamente, ela consiste em ajudar o corpo a produzir anticorpos para resistir às doenças que eventualmente o atingirá.

Geralmente, sua composição é a base de substâncias e microrganismos inativados ou atenuados, que ao serem introduzidos no organismo, estimulam a reação do sistema imunológico quando em contato com um agente causador de patologias.

No entanto, para que a resposta do corpo seja positiva, você precisa estar com seu cartão de vacinas em dia.

Para isso, todos os anos, a Sociedade Brasileira de Imunização (SBIm) define um calendário vacinal, especificando quais sãos as necessidades daquele período.

Mas você sabe quais são as vacinas necessárias para sua faixa etária?

Continue a leitura para descobrir!

 

Quais são as principais vacinas que uma pessoa deve tomar?

Saiba que a vacinação é algo que não se restringe apenas a bebês e crianças.

Até porque, ao longo da vida, pessoas de todas as idades precisam realizar o reforço de algumas doses e até buscar imunizações novas. Em alguns casos, essas vacinas só estarão disponíveis na rede particular.

As doses são ministradas conforme a faixa etária, portanto desde que a pessoa nasce até a terceira idade, é fundamental seguir o calendário estipulado pelo Ministério da Saúde.

 

Crianças de 0 a 6 meses

– BCG 1;

– Hepatite B2;

– Vacina VIP 3;

– Pentavalente;

– Rotavírus 4;

– Pneumônica 10 valente;

– Meningocócica C;

– Febre amarela;

– Sarampo;

– Caxumba;

– Rubéola;

– Tetra Viral;

– Hepatite;

– Tríplice bacteriana (DTP);

– Varicela;

– Influenza anualmente até completar 6 anos.

Nessa faixa etária, é importante seguir o cronograma de vacinas mês a mês.

 

Crianças acima de 7 anos e adolescentes

– BCG;

– Hepatite;

– Difteria e Tétano;

– Inativada Poliomielite;

– HPV;

– Sarampo;

– Caxumba Rubéola, Febre amarela.

Nessa fase da vida, algumas vacinas têm 1ª e 2ª dose, assim é fundamental sempre levar a carteira de vacinação na visita à unidade de saúde.

 

Adultos entre 20 e 59 anos

– Difteria e Tétano;

– Hepatite B (caso não tenha tomado antes);

– Febre amarela (caso não tenha tomado antes)

 

Idosos – Acima de 60 anos

– Vacina da Gripe anualmente;

– Febre amarela e hepatite B (se não tiverem tomado antes);

– Difteria e Tétano (reforço).

 

Gestantes

– Vacina da Gripe;

– Sarampo;

– Caxumba e Rubéola;

– Hepatite B (se não tiverem sido imunizadas anteriormente).

 

Quais são os grupos prioritários?

Integram o grupo prioritário, pessoas que possuem alguma condição que facilita o acometimento pelas doenças.

Em campanhas de vacinação como a da gripe, por exemplo, esses indivíduos são os primeiros a serem vacinados.

São considerados prioritários:

– Idosos;

– Profissionais da área da saúde;

– Trabalhadores na área da educação;

– Crianças de 6 meses a 5 anos de idade;

– Gestantes;

– Mulheres que deram a luz até 45 dias antes da vacina;

– Indígenas;

– Servidores públicos do sistema prisional;

– Presidiários;

– Portadores de doenças crônicas.

 

Existem contraindicações para se vacinar?

As contraindicações apenas se aplicam às vacinas de bactérias ou vírus atenuados, isto é, as vacinas que são fabricadas com bactérias ou vírus vivos, como a vacina BCG, tríplice viral, catapora, poliomielite e febre amarela.

Assim, estas vacinas estão contraindicadas a:

– Indivíduos imunossuprimidos, como pacientes portadores de AIDS, em quimioterapia ou transplantados, por exemplo;

– Indivíduos com câncer;

– Indivíduos em tratamento com corticóides em dose alta;

– Grávidas.

As vacinas que não contêm bactérias ou vírus vivos podem ser administradas em qualquer pessoa.

No caso do indivíduo ser alérgico a algum componente da vacina, deve consultar um alergologista para ele decidir se a vacina deve ou não ser administrada, como é o caso de:

– Alergia ao ovo: vacina da gripe, tríplice viral e da febre amarela;

– Alergia à gelatina: vacina da gripe, tríplice viral, febre amarela, raiva, varicela, tríplice bacteriana: difteria, tétano e coqueluche.

É importante consultar um médico antes para não correr o risco de ter alguma complicação.

 

Onde posso me vacinar em Juiz de Fora e região?

O laboratório Côrtes Villela dispõe de inúmeras vacinas para que você possa se sentir tranquilo e protegido.

Em Juiz de Fora elas podem ser encontradas nas unidades dos bairros:

– Alto dos passos;

– Benfica,

– Matriz Centro;

– São Pedro.

Na unidade do bairro São Mateurs e no Posto Mais Você – Rio Branco também é possível obter a imunização, no entanto, neste momento, por conta da pandemia do coronavírus, esses locais se encontram com os serviços suspensos.

Além disso, também é possível se vacinar na unidade da cidade de Ubá.

É tanta opção que você nunca mais vai dizer que não consegue manter o cartão vacinal em dia.

Além do mais, contamos também com o serviço de vacinação em domicílio, que é o ideal para este período de isolamento social.

Para agendar o atendimento em casa, o paciente deve entrar em contato com o laboratório pelo telefone (32) 3311-7770, whatsapp (32) 98834-2423  ou pelo nosso site.

Outra alternativa é o aplicativo Onlife, uma ferramenta recém-lançada pelo Côrtes Villela, que está disponível para os sistemas Android e iOS.

Agende já.

É possível fazer exames médicos sem sair de casa?

Durante o período de quarentena, muitas pessoas podem precisar se consultar e fazer exames médicos, mas a recomendação é que fiquem sem sair de casa. Então, o que fazer?

Bem, dependendo do exame você quer realizar, existem alternativas.

Os exames para detecção do coronavírus COVID-19 só podem ser realizados com autorização do Governo Federal e, atualmente, estão limitados.

Contudo, para quem precisa se consultar e realizar coletas e outros exames, as limitações de movimentação podem apresentar desafios reais para manutenção da saúde pessoal.

Nessas horas, muitas clínicas e laboratórios oferecem a coleta domiciliar.

 

O que é a coleta domiciliar?

Coleta domiciliar é o nome dado ao serviço de atendimento médico realizado na casa do paciente.

Uma equipe ou profissional é disponibilizado para realizar a prestação de serviço e oferece o mesmo cuidado médico com o benefício do conforto de casa, seguindo as mesmas normas de segurança e higienização de uma clínica ou laboratório.

A coleta domiciliar pode ser tanto para exames de sangue ou outros fluidos requisitados para análise quanto para vacinas em atendimento domiciliar.

 

Como funciona a coleta domiciliar?

O serviço em questão varia de lugar para lugar, mas no Côrtes Villela, basta ligar e agendar a sua coleta oferecendo dados pessoais, endereço e melhor horário para atendimento.

Depois, agendamos e planejamos uma rota de atendimento para garantir que todas as pessoas sejam contempladas e em seguida despachamos a equipe remota para os endereços.

Ao chegar na casa, fazemos o primeiro contato e, depois, realizamos o procedimento padrão:

– Higienizar local da coleta;

– Preparar equipamento;

– Realizar a coleta.

Depois do atendimento para coleta de sangue ou outros materiais de análise, fazemos as recomendações básicas de saúde e prevenção de acordo com as necessidades de cuidado pós-coleta. Usamos as mesmas regras e procedimentos para aplicação de vacinas.

Assim que os resultados dos exames médicos são processados por nosso sistema, avisamos ao paciente e disponibilizamos a possibilidade de entrega de exame físico, mas também oferecemos o benefício da visualização online em nosso sistema através da plataforma de resultados de exames médicos digitais.

 

Quem pode ser atendido em coleta domiciliar?

Basicamente, qualquer um com plano de saúde ou sem pode ser atendido.

Embora o atendimento de coleta domiciliar seja mais comum para pessoas com deslocamento reduzido, doenças que ocasionam imunidade baixa e maior risco de contaminação, idosos, pessoas com fobia social e outros grupos mais, qualquer um pode solicitar o serviço.

Durante a pandemia do coronavírus COVID-19, na verdade, é recomendado que todos os exames e coletas possíveis sejam realizados por equipes de atendimento domiciliar, reduzindo os riscos de contaminação e aumentando a segurança de todas as pessoas envolvidas.

Para mais informações sobre o serviço de coleta domiciliar, acesse nossa página de suporte. Você também pode falar conosco através do telefone: (32) 3311-7770 ou pelo whatsapp: (32) 98834-2423.

Conheça também o novo aplicativo do Côrtes Villela, o Onlife. Por lá você acessa todos os serviços prestados pelo laboratório. O app está disponível nas versões do Android e iOS e é muito simples de ser usado. Basta criar um login, informar seus dados pessoais e o número do telefone para validar o cadastro.

Como conferir resultado de exame médico sem sair de casa

Fazer exames médicos já é complicado: você precisa sair da rotina, marcar um horário e ainda se deslocar até o consultório para receber atendimento. Depois disso, ainda é necessário aguardar alguns dias e voltar ao local para coletar os resultados – pouco prático para quem tem uma vida atribulada.

O que muitas pessoas não sabem é que há uma maneira de se conferir resultado de exame médico sem sair de casa. Na verdade, o resultado dos exames é só um dos benefícios do atendimento remoto.

 

Como fazer exame médico sem sair de casa

No passado, era comum que houvesse os chamados “médicos da família”, profissionais da saúde que iam até as casas e faziam o acompanhamento de todos os familiares ao longo da vida, com check-up médicos constantes.

Com o tempo, essa prática foi ficando menos comum e, hoje, para consultar um médico, é necessário ir a um hospital ou clínica. Para algumas pessoas, contudo, isso não é possível, visto que possuem dificuldade de deslocamento, se sentem desconfortáveis em ambientes hospitalares ou correm mais riscos de saúde caso saiam de casa.

A solução para isso é o atendimento domiciliar, em que um profissional ou equipe médica vai até a casa da pessoa e presta o auxílio necessário.

Esse atendimento médico pode ser tanto para coleta de sangue ou qualquer outro material a ser analisado quanto para vacinação contra a gripe, que começa com grupos de risco como idosos e também os profissionais de saúde na rede pública. Na rede privada, a vacina contra a gripe já está disponível para quem tiver interesse.

Para fazer exame médico sem sair de casa, basta encontrar uma clínica que realiza esse tipo de atendimento e agendar a visita.

 

Como conferir resultado de exame médico sem sair de casa

Agora, se é possível realizar o exame sem sair de casa, também é possível conferir os resultados. Tudo isso, claro, só existe graças à tecnologia.

O avanço nos sistemas de gerenciamento de dados online hoje oferece segurança e conforto para quem quer conferir seus exames com um ou dois cliques. Muitas clínicas vêm implementando esses modelos de atendimento para oferecer mais conforto a seus clientes.

O resultado de exame digital é mais rápido e prático, já que pode ser acessado a partir de qualquer dispositivo desde que a pessoa possua a senha e o usuário da conta.

A Côrtes Villela, por exemplo, possui um sistema de entrega de resultados on-line fácil de ser usado. Além disso, contamos também com atendimento remoto ao cliente para ajudar em caso de dúvidas, feito tanto por chat em nosso site quanto por telefone.

 

Por que conferir resultado de exame médico sem sair de casa?

Assim como o atendimento domiciliar, o acesso aos resultados de exames on-line garante as pessoas com mobilidade reduzida, problemas graves de saúde ou simplesmente com a rotina muito atribulada, que elas consigam receber esses dados de maneira ágil.

Não só isso, mas quem tem a saúde frágil e corre o risco de contaminação por alguma doença também se beneficia desse tipo de serviço.

Com a pandemia do coronavírus Covid-19 em alta, por exemplo, a maioria dos serviços ainda em funcionamento têm migrado para o ambiente digital ou realizado atendimento remoto e domiciliar.

Assim, os riscos de contaminação pelo vírus ficam reduzidos e a pessoa é capaz de cuidar da própria saúde sem sair de casa. A prevenção é a melhor saída dessa crise e quem não quer parar ou não pode parar sua rotina deve aproveitar as opções de atendimento online e remotas disponíveis.

Caso queira saber mais sobre atendimento domiciliar e acesso a resultado de exame médico online, ligue para (32) 3239-5000.

No caso de mais dúvidas, veja nossa página com algumas das perguntas mais frequentes.

Coronavírus? Saiba tudo sobre a Covid-19

É bastante provável que você esteja bem preocupado com o novo coronavírus.

Afinal, até mesmo a ciência vem ‘quebrando a cabeça’ para encontrar uma solução para combater o vírus.

Pouco se sabe até agora sobre sintomas, complicações ou sobre a capacidade de transmissão do coronavírus.

Além do mais, não há no momento um tratamento específico ou uma vacina para o vírus.

Diante de um cenário com a crescente de casos em todo mundo, o que resta são as medidas preventivas para tentar inibir a proliferação do vírus.

Mas você sabe como se prevenir desse agente infeccioso?

Acompanhe a leitura para saber tudo sobre o coronavírus!

 

O que é o coronavírus? 

Coronavírus é o nome de uma família de vírus que têm sua estrutura com formato de coroa.

Geralmente, eles circulam apenas entre animais como os morcegos e roedores.

No entanto, em virtude da proximidade da convivência entre as pessoas e esses animais, eles passaram a infectar humanos.

O coronavírus que circula atualmente é originário da China.

Recebeu o nome de SARS-CoV-2, sigla em inglês para ‘severe acute respiratory syndrome coronavirus 2’ – em português, síndrome respiratória aguda grave coronavírus 2.

A doença causada pelo novo coronavírus é chamada de Covid-19, descoberta no final de dezembro de 2019.

Porém, a família coronavírus já é conhecida desde 1960.

Doenças como Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars) e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (Mers) também são provocadas pelo vírus.

 

Quais os sintomas do coronavírus?

A doença Covid-19, causada pelo novo coronavírus, apresenta sintomas variados.

Os mais comuns segundo a OMS – Organização Mundial de Saúde são:

– Tosse seca;

– Febre;

– Cansaço.

Também é comum que alguns pacientes sintam dores no corpo, congestionamento nasal, inflamação na garganta ou diarreia.

Entretanto, conforme a OMS, essas manifestações ocorrem de maneiras mais leves.

Em casos mais graves, os pacientes apresentam síndrome respiratória aguda e insuficiência renal.

Esses sintomas são potencializados caso eles já tenham outras doenças, principalmente cardiovasculares, o que favorece o desenvolvimento da versão mais crítica da Covid-19.

 

Quais são as formas de transmissão do coronavírus?

A transmissão do novo coronavírus ocorre pelo contato com o vírus, que é transportado por gotículas expelidas durante a fala, tosse ou espirro de pessoas infectadas. 

A infecção se dá quando estas gotículas entram em contato com a mucosa dos olhos, nariz e boca.

A propagação via contato acontece por meio do:

– Beijo, com troca direta de saliva;

– Aperto de mão, vírus na pele entra em contato com olhos, nariz e boca;

– Abraço, gotículas da fala entram em contato com a mucosa.

Fique atento também ao contato direto com superfícies não higienizadas, como:

– Celulares;

– Maçanetas;

– Corrimão;

– Teclado do computador;

– Apoios do transporte público.

Também evite o consumo de carne de animais silvestres.

 

Como é o diagnóstico do coronavírus?

Na presença evidente dos sintomas, o médico responsável poderá solicitar um teste para avaliar se o paciente está infectado com o coronavírus.

Na maioria dos casos, retira-se muco do nariz ou da garganta do paciente com um cotonete.

Em algumas situações, também recomenda-se colher amostras do trato respiratório inferior, por exemplo, secreções dos brônquios ou pulmões expelidas pela tosse.

As amostras são examinadas por meio de um processo baseado na chamada reação em cadeia da polimerase (PCR).

Na PCR, uma região específica do DNA é copiada e multiplicada num termociclador para que se busquem pedaços especiais de DNA, por exemplo, do coronavírus.

O procedimento então mostra se e quantos patógenos existem no corpo. No caso de infecções por vírus, isso é chamado de “carga viral”.

Os resultados geralmente estão disponíveis em cerca de 72 horas.

 

Qualquer pessoa pode realizar o teste para o coronavírus?

Não. Apenas pacientes com suspeita de contaminação e pedido médico podem realizar o teste.

 

Qual o tratamento para o coronavírus?

Como já dissemos, não há um tratamento específico contra o Covid-19.

Os pacientes infectados recebem tratamento para aliviar os sintomas.

As medidas adotadas são:

– Medicamentos para dor e febre (antitérmicos e analgésicos);

– Umidificador no quarto ou banho quente para aliviar a dor de garganta e tosse.

 

Como prevenir o coronavírus?

coronavírus

 

A principal forma de prevenção é lavar as mãos com água e sabão frequentemente, sobretudo, após tossir, espirrar, ir ao banheiro e mexer com animais.

 

Ter um frasco de álcool gel na bolsa para higiene das mãos também é indicado.

Além disso, você também deve:

– Limpar com álcool objetos e superfícies tocadas frequentemente;

– Evite tocar nariz e boca antes de lavar as mãos;

– Mantenha pelo menos um metro de distância de pessoas doentes ou que estejam espirrando ou tossindo;

– Tossir ou espirrar levando o rosto à parte interna do cotovelo;

– Evite aglomerações de pessoas;

– Cozinhe bem carnes e ovos

– Evite cumprimentar com beijos no rosto, abraços ou com aperto de mãos;

 

Preciso usar máscara para evitar o coronavírus?

Essa é uma pergunta frequente que recebemos por aqui. Pois então, saiba que a máscara é um importante aliado da prevenção do vírus. Portanto, para qualquer situação de deslocamento para as ruas, situações de trabalho ou que necessitem do contato humano, você deve usar máscara.

Ainda tem dúvida em relação ao coronavírus? Entre em contato com o Laboratório Côrtes Villela.

Quem pode se vacinar contra a gripe em 2020?

O governo federal resolveu antecipar o início da campanha de vacinação contra a gripe 2020.

Até então, a imunização estava prevista para iniciar na segunda quinzena de abril, mas agora, as primeiras doses da vacina já estarão disponíveis na rede pública a partir de março.

Na rede privada, o laboratório Côrtes Villela também disponibilizará a vacina.

Haverá um esquema de grupos prioritários de acordo com as datas informadas pela campanha (veja abaixo).

Idosos com 60 anos ou mais e trabalhadores da área da saúde serão os primeiros a serem protegidos.

Eles foram priorizados por conta do aumento dos casos do coronavírus, também conhecido como Sars-Cov-2.

Isso não significa que a vacina evita o ataque do Sars-Cov-2.

Na verdade, ao proteger os idosos do vírus influenza, que causa a gripe, impede uma sobrecarga do sistema respiratório que se agravaria com um eventual ataque do novo coronavírus.

Já os trabalhadores de saúde serão imunizados pelo risco de entrarem em contato com ambos os vírus e também por poderem transmiti-los a pessoas que já estão fragilizadas em ambientes hospitalares.

Para entender ainda mais sobre a campanha de vacinação contra a gripe de 2020, continue a leitura.

 

Quem pode se vacinar contra a gripe em 2020?

O Ministério da Saúde encomendou mais de 75 milhões de doses da vacina. A meta neste ano é proteger ao menos 67 milhões de brasileiros, ou seja, 90% do público-alvo.

Como dito anteriormente, neste primeiro momento, a imunização está concentrada em idosos com 60 anos ou mais e trabalhadores da saúde.

Antes, a campanha tinha o foco em imunizar primeiramente as gestantes, crianças com até seis anos, mulheres até 45 dias após o parto e idosos a partir dos 60 anos.

No entanto, este ano, adultos de 55 a 59 anos também foram incluídos e terão direito à vacinação na rede pública de saúde.

A mudança ocorreu com foco na prevenção de doenças respiratórias no público que mais tem sido afetado pelo novo coronavírus, que é formado por idosos.

Confira a lista de pessoas que podem se proteger gratuitamente pelo SUS – Sistema Único de Saúde:

– Idosos com mais de 60 anos

– Adultos com 55 a 59 anos

– Crianças de 6 meses a 6 anos incompletos (5 anos, 11 meses e 29 dias)

– Gestantes

– Puérperas (mulheres que tiveram um filho nos últimos 45 dias)

– Trabalhadores da área de saúde

– Professores de escolas públicas e privadas

– Povos indígenas

– Portadores de doenças crônicas e outras condições clínicas

– Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos que estão sob medidas socioeducativas

– População privada de liberdade

– Funcionários do sistema prisional

– Profissionais de forças de segurança e salvamento (policiais e bombeiros, por exemplo)

 

Quem não pode tomar a vacina contra a gripe?

Atualmente, não há contraindicação para a vacina da gripe, uma vez que o imunizante contra o vírus Influenza é uma vacina morta e inativada.

Até mesmo indivíduos alérgicos ao ovo, que fizerem parte do público-alvo, estão liberados para tomar sua dose.

Durante muito tempo, pessoas com alergias ao ovo não podiam receber a vacina.

Isso acontecia porque, durante o processo de fabricação, as partículas de vírus incluídas na vacina são cultivadas dentro da casca e usam a clara e a gema como substrato.

Daí existia o risco de ficarem traços de ovo no imunizante, o que poderia levar a uma reação anafilática séria.

Entretanto, os avanços na produção permitiram reduzir a quantidade de ovo utilizada na produção das doses, sendo que a probabilidade de um evento adverso alérgico ficou muito pequeno, ou seja, quase nulo.

A vacina só é contraindicada para crianças menores de seis meses.

Do que é feita a vacina contra a gripe?

 

vacina contra gripe 2020

 

A receita do imunizante varia a cada ano.

Isso porque os tipos de vírus Influenza que circulam mudam constantemente.

Organização Mundial da Saúde monitora quais as cepas do vírus influenza que estão circulando com mais frequência nos países.

Com base nessas informações, é definida uma composição da vacina para o Hemisfério Sul e outra para o Hemisfério Norte.

Em 2020, a composição da vacina trivalente (com três cepas) utilizada na rede pública ficou assim:

– A/Brisbane/02/2018 (H1N1) pdm09 like-virus;

– A/South Australia/34/2019 (H3N2);

– B/Washington/02/2019 like-virus.

Ainda é possível encontrar nas clínicas privadas, uma vacina quadrivalente (com quatro cepas), que traz proteção adicional contra o vírus influenza B/Phuket/3073/2013 (Yamagata).

 

A vacina contra a gripe protege do coronavírus?

A vacina contra a gripe não protege contra o novo coronavírus, apenas contra os tipos de influenza.

Porém, na verdade, ela ajuda a diferenciar a infecção causada pela gripe da desencadeada pelo Sars-Cov-2.

Ou seja, se o sujeito que recebeu a dose da vacina apresentar sintomas como tosse e falta de ar, é muito provável que não é o vírus influenza o responsável pelas manifestações.

Com isso, o médico poderá solicitar um exame para verificar a presença do novo coronavírus.

Além disso, a vacinação ainda desafoga os pronto-socorros e hospitais do sistema público e privado, que vão ter menos pacientes com gripe e mais espaço para um eventual surto de Covid-19 (o nome da doença provocada pelo novo coronavírus).

 

Como fica o calendário de vacinação?

– A partir de março: Idosos com mais de 60 anos ou trabalhadores de saúde podem tomar a vacina;

– A partir de 16 de abril: É a vez dos professores e profissionais de segurança e salvamento;

– A partir de 9 de maio: crianças de 6 meses a menores de 6 anos, doentes crônicos, pessoas com 55 anos ou mais, grávidas, mães no pós parto, população indígena e portadores de condições especiais;

– Dia D de vacinação: 9 de maio

 

Onde se vacinar contra a gripe em Juiz de Fora?

Como já abordamos anteriormente, as primeiras doses da vacina já estarão disponíveis na rede pública em Juiz de Fora, para os grupos da campanha, a partir de março.

Mesmo que não faça parte do público-alvo da campanha de vacinação contra a gripe 2020, você também pode se vacinar.

A imunização traz benefícios para todo mundo a partir dos 6 meses de vida, por isso ela é tão importante.

laboratório Côrtes Villela também oferecerá a imunização contra a gripe.

Aqui, você tem acesso a uma série de vantagens.

A primeira delas é que você não vai passar horas na fila esperando para se vacinar.

Nosso sistema de agendamento online permite que você marque o horário conforme sua disponibilidade.

Além disso, você ainda pode receber sua vacina sem sair de casa.

Nós vamos até você!

Existe coisa melhor do que estar no conforto da própria casa?

Entre em contato conosco para mais informações sobre as datas disponíveis para agendamento.