Descubra Quais São os Testes de Gravidez Mais Confiáveis

Existem diferentes tipos de testes de gravidez que podem ser encontrados no mercado, embora alguns sejam mais precisos do que outros.

Os mais confiáveis são o exame de sangue feito em laboratório e o exame de urina, que se compra na farmácia.

Os testes de farmácia possuem algumas diferenças entre si. Se você quer apenas verificar se está grávida ou não, o teste de tira é o suficiente. Ele mostra o resultado sem erro na maioria dos casos.

Por outro lado, se além de saber se você está grávida, você quer saber com quanto tempo de gestação você está, então você pode optar pelo teste de gravidez digital.

Ele é seguro e além de mostrar o resultado, aponta também quantas semanas se passaram desde a concepção. É um dos mais avançado.

Entretanto, o mais eficiente e indicado para confirmar a gravidez é o exame de sangue feito em laboratório.

 

Como funciona o teste de gravidez? 

Os testes medem a quantidade do hormônio gonadotrofina coriônica (Beta HCG), que é produzido somente durante a gestação e que está presente na urina ou no sangue da mulher.

 

Como fazer o teste de gravidez?

O modo de uso do teste de farmácia é simples, mas você deve ler as instruções. Depois de desembrulhar o bastão e remover a tampa, você deve urinar e molhar uma das extremidades do bastão.

Em seguida, tampe o bastão sem que ele entre em contato com qualquer outra substância. Coloque-o em uma superfície plana e, após alguns minutos, observe o resultado.

Além disso, o horário ideal para o teste é de manhã com a primeira urina do dia. A razão é que ela tem uma concentração maior do hormônio.

Não é necessária prescrição médica para realizar o exame de sangue e nem estar de jejum.

Entretanto, alguns laboratórios pedem que as mulheres façam um jejum de 4 horas antes de fazer a coleta do sangue.

 

Quando fazer o teste de gravidez?

Na presença da suspeita de gravidez, com o aumento da sensibilidade das mamas e aumento da oleosidade da pele, você deve fazer o teste.  O de farmácia pode ser feito a partir do 1º dia de atraso da menstruação.

É um exame rápido e que dá o resultado em poucos minutos. Se for positivo, duas linhas irão aparecer no visor do bastão.

Já o exame de sangue deve ser feito pelo menos 1 semana após a relação íntima sem preservativo, mesmo que a menstruação ainda não esteja atrasada.

O resultado do exame sai poucas horas após a coleta. A gravidez é confirmada se o exame apontar mais de 25 mIU/ml do Beta HCG.

 

Teste de gravidez pode dar errado?

Se for feito da maneira certa, os testes de farmácia têm cerca de 98% de chances de acerto. Mesmo assim, em certas circunstâncias, podem dar resultados falsos.

Caso os sintomas da gravidez persistam ou a menstruação continuar atrasada, repita o teste após cerca de 3 a 5 dias, ou faça o exame de sangue.

Se o novo teste ou exame der negativo novamente, pode ser que a mulher realmente não está grávida e que é necessário investigar as causas do atraso da menstruação ou da continuidade dos sintomas.

Como se prevenir da Leishmaniose no verão

O calor chegou e trouxe com ele as chuvas de verão. No entanto, essa junção que pode refrescar o final das suas tardes também pode se tornar uma verdadeira “dor de cabeça”.

Em virtude do acúmulo de chuvas, doenças comuns da estação, ocasionadas pela proliferação de mosquitos em água parada ou locais úmidos para a procriação começam a aparecer, é o caso da Leishmaniose.

Só para se ter ideia das proporções da doença, no período de 2017 até julho de 2019, o estado de Minas Gerais registrou 1214 casos de Leishmaniose Visceral em humanos, o tipo de ocorrência mais grave da doença.

Pensando na prevenção como o melhor remédio, o laboratório Côrtes Villela preparou esse post com informações importantes sobre as manifestações dessa patologia, confira:

 

O que é a Leishmaniose?

A leishmaniose é uma doença infecciosa, porém não contagiosa, causada por parasitas do gênero Leishmania.

Esses parasitas são transmitidos através da picada de um mosquito, sendo o mosquito palha a forma mais comum de transmissão.

Em humanos, a doença se manifesta de duas formas: A tegumentar americana (LTA), que acomete pele e mucosas e a visceral ou calazar (LVL), que ataca órgãos internos, além da pele e as mucosas.

É considerada uma doença crônica e sistêmica que, quando não tratada, pode evoluir para óbito em mais de 90% dos casos.

 

Sintomas da doença

No caso da leishmaniose visceral, os sintomas mais evidentes são: febre de longa duração, perda de peso, o aumento do tamanho do fígado e do baço.

Já na tegumentar americana, surgem ferimentos na pele e lesões inflamatórias nas mucosas, sobretudo no nariz e na boca.

 

Cães também são acometidos leishmaniose

Ao contrário do que muitos pensam, os cachorros não transmitem a doença para humanos por meio do contato.

A cadeia de transmissão acontece quando o mosquito-palha pica os cães ou outros animais infectados, e depois pica o homem, transmitindo o protozoário.

Ou seja, os animais são infectados pela Leishmaniose da mesma forma que nós.

 

Tratamento

O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece tratamento gratuito para a população contra os dois tipos da doença.

No caso da leishmaniose tegumentar, que é caracterizada por úlceras na pele e mucosas, a medicação mais utilizada no país é o antimoniato de meglumina.

Já para o tratamento da leishmaniose visceral (LV), que causa febre e atinge áreas como o fígado e o baço, são utilizados três fármacos, de acordo com a prescrição médica: o antimoniato de N-metil glucamina, a anfotericina B lipossomal e o desoxicolato de anfotericina B.

Ainda não existe cura para a leishmaniose nos animais, mas atualmente já existe um tratamento aprovado para a doença nos cachorros.

O Milteforan é o medicamento utilizado, que diminui a chance de o cão poder transmitir o vetor para o mosquito-palha, além de possibilitar uma vida normal.

 

Como evitar a Leishmaniose no verão?

Para os cachorros, existe uma vacina que os protege da Leishmaniose.

Em relação ao mosquito-palha, que se procria em locais com solo úmido ou em matéria orgânica, principalmente no cocô de cachorros, é fundamental fazer a limpeza da área externa e não deixar fezes acumuladas no quintal.

Além do mais, se for passear com o animal, não se esqueça de recolher o cocô do chão, utilizar coleiras impregnadas com inseticida e consultar periodicamente no veterinário.

O lixo orgânico também deve ser descartado da forma correta e adequada.

Caso queira saber mais sobre a Leishmaniose, faça contato e retornaremos sua mensagem.

O que é glicemia em jejum?

O exame de glicemia em jejum, também conhecido como teste da glicose, é feito para analisar os níveis de açúcar no sangue de uma pessoa.

O procedimento serve para diagnosticar doenças como a hipoglicemia, hiperglicemia e o diabetes, ou para acompanhamento do tratamento desta última condição.

Para realizar o exame é preciso que a pessoa esteja em jejum de 12 horas, para que o resultado não seja influenciado e possa indicar uma patologia não existente, por exemplo.

A glicemia em jejum fornece resultado instantâneo e pode assinalar que:

– sua dieta ou rotina de exercícios precisa mudar;

– seus medicamentos ou tratamento para diabetes estão ou não funcionando;

– seus níveis de açúcar no sangue estão altos ou baixos.

O médico também pode solicitar o teste como parte de um exame de rotina.

Só para você ter uma ideia, a SDB (Sociedade Brasileira de Diabetes) estima que há mais de 13 milhões de pessoas vivendo com diabetes no Brasil, o que representa 6,9% da população.

É possível que esse dado possa ter te assustado, né? Por isso a importância do de controlar o açúcar no sangue.

Neste artigo, trazemos muito mais informações sobre a glicemia em jejum. Acompanhe!

 

Quando o médico solicita a glicemia em jejum?

O médico pode solicitar o exame de glicemia em jejum para verificar se você tem diabetes, pré-diabetes ou hipoglicemia, por exemplo. Por meio do teste é possível medir a quantidade de glicose no seu sangue.

Pode acontecer de você não sentir nenhum sintoma, mas apresentar alguma alteração nos níveis de açúcar, principalmente porque o diabetes pode permanecer assintomático por muito tempo.

No entanto, é provável que você apresente sinais que indicarão um possível desequilíbrio.

hipoglicemia, por exemploocorre quando o açúcar no sangue está baixo e pode ser diagnosticada quando a pessoa se sente:

– tremendo e suando;

– nervosa;

– com dificuldade de concentração;

– sem energia;

– com a pele pálida;

– com fadiga ou cansaço;

– com dores de cabeça ou dores musculares;

– com batimento cardíaco rápido ou irregular;

– com fraqueza;

– e falta de coordenação.

Em casos mais extremos, o baixo nível de açúcar no sangue pode desencadear convulsões, perda de consciência, confusão e incapacidade de beber ou comer.

Já na condição de hiperglicemia ou taxa de açúcar muito alta, os sintomas mais comuns são:

– aumento da fome ou sede;

– micção excessiva;

– visão embaçada;

– dor de cabeça;

– cansaço.

Assim como acontece com a hipoglicemia, níveis mais altos de açúcar no sangue podem causar perda de consciência ou convulsões.

Além do mais, sem o tratamento adequado, o paciente pode desenvolver o diabetes e doenças cardiovasculares, que podem levar à morte.

 

Por que devo estar em jejum?

jejum é solicitado com finalidade de evitar um diagnóstico errôneo do diabetes ou de alguma outra doença associada ao desequilíbrio dos níveis de açúcar no sangue.

Adultos não devem ingerir alimentos ou bebidas, exceto água, por um período de 8 horas. Enquanto que crianças entre três e nove anos só podem jejuar de três a cinco horas.

É importante que o paciente respeite o período de jejum, pois ao contrário, o exame poderá atestar positivamente para a presença de alguma patologia sem que essa condição realmente exista.

Além disso, ele também deve tomar outros cuidados na véspera do exame, como:

– Evitar fazer exercícios físicos em excesso;

– Diminuir a ingestão de cafeína;

– Não ingerir álcool.

Caso o paciente esteja em tratamento para o diabetes, não é preciso jejuar. Entretanto, o exame precisa ser feito antes da dose de insulina.

A ingestão de medicamentos durante o período de jejum pode interferir no resultado. Converse com o médico para saber se será necessário interromper ou não a medicação.

 

Para que serve a insulina?

O corpo precisa de glicose para obter energia. Esse carboidrato é obtido através dos alimentos que ingerimos. Porém, toda a energia obtida com a ingestão da glicose não é usada de uma só vez.

Após uma refeição, os níveis de açúcar no sangue aumentam, geralmente atingindo o pico cerca de uma hora depois de comer.

É aí que entra a insulina, um hormônio produzido pelo pâncreas, que é responsável por auxiliar o corpo no armazenamento e na liberação da energia obtida com os alimentos.

No entanto, a insulina apresenta dificuldades para metabolizar a glicose em pessoas que têm diabetes.

Portadores do diabetes tipo 1 não produzem o hormônio de maneira suficiente.

Já aqueles com diabetes tipo 2 não respondem bem à insulina e, posteriormente, podem não produzir o bastante para as funções do corpo.

Fatores relacionados aos alimentos e que podem desencadear aumentos significativos na taxa de glicose incluem:

– comer grandes refeições;

– consumir alimentos e bebidas açucaradas;

– comer alimentos com carboidratos simples ou carboidratos, como pão e lanches doces.

 

Como é feito o exame?

O exame de glicemia em jejum é feito a partir da coleta de sangue por meio de punção venosa.

O diagnóstico é realizado através do cálculo da taxa de glicose no sangue de acordo com os valores de referência por idade.

O resultado costuma sair em até 24 horas, a depender das orientações do laboratório.

 

Quais são as complicações ou riscos após o exame?

Após o exame o paciente deve se alimentar normalmente, de forma natural, sem exageros. Não é recomendada a prática de exercícios intensos.

Contudo, o exame de glicemia em jejum apresenta baixo ou nenhum risco ou efeitos colaterais.

É comum que você sinta dor, inchaço ou pequeno hematoma no local da punção. Entretanto, isso deve desaparecer em um dia.

 

Como entender os resultados?

Os níveis de açúcar no sangue costumam variar ao longo do dia, sobretudo, horas após a ingestão de alimentos.

Pessoas em condições normais apresentam resultados conforme a tabela abaixo:

 

glicemia em jejum

 

Essa variação também ocorre em pessoas já diagnosticadas com o diabetes por exemplo. Elas costumam apresentar os seguintes níveis de açúcar no sangue:

 

Glicemia em jejum

 

No entanto, para o diagnóstico de diabetes e de condições por meio do exame de glicemia em jejum, utiliza-se os seguintes valores de referências.

 

Glicemia em jejum

 

Valores entre 100 mg/dL e 125 mg/dL já indicam aumento da glicose no sangue.

Porém, neste caso, não significa que a pessoa já está com diabetes, mas que ela tem tendência a desenvolvê-la caso não mude hábitos alimentares e pratique atividades físicas, por exemplo.

Essa condição é chamada de pré-diabetes. Geralmente ela não apresenta sintomas e pode demorar entre 3 a 5 anos antes que você desenvolva o diabetes.

Saiba que a pré-diabetes pode ser revertida, mas é importante controlar a alimentação e diminuir a ingestão de gorduras, açúcar e sal.

Além disso, você deve ficar atento com a pressão arterial e fazer alguma atividade física.

Para confirmar o resultado de diabetes o valor de glicemia deve ser igual ou maior que 126mg/dl.

Porém, ainda será necessário repetir o exame por mais um ou dois dias seguidos, pois são indicadas duas amostras para um diagnóstico preciso.

Agora, se o resultado da glicemia em jejum estiver acima de 200mg/dl é um indicativo claro de diabetes.

No entanto, outros sintomas do paciente devem ser avaliados e outros exames podem ajudar, como a hemoglobina glicosilada e a curva glicêmica.

Pacientes que apresentarem valores abaixo de 70 mg/dL podem estar com hipoglicemia, mas novos testes devem ser considerados.

 

Qual a periodicidade do teste em quem tem diabete?

glicemia de jejum precisa ser realizada em pacientes com diabetes tipo 1 ou 2 a cada três meses em média, mas a frequência pode variar conforme a necessidade. O seu médico vai indicar o tempo correto.

 

O exame pode ser feito durante a gravidez?

Durante a gravidez a mulher pode apresentar alterações nos níveis glicêmicos.

Nesse caso, o obstetra que faz o acompanhamento do pré-natal vai solicitar a dosagem da glicose para verificar se a mulher possui diabetes gestacional.

O exame de glicemia em jejum pode ser feito em qualquer semana. Também é importante saber que as gestantes têm valores diferenciados para a glicemia de jejum.

O limite superior para a suspeita do diagnóstico de diabetes é 85 mg/dL.

Caso confirmado a alteração, exames complementares como o da curva glicêmica e tolerância a glicose são realizados.

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Vitamina D: qual a importância, onde obter e sinais de deficiência

Um hormônio esteroide lipossolúvel essencial para o corpo humano, capaz de prevenir fraturas ocasionadas por quedas, osteoporose e doenças cardiovasculares, como infarto, trombose e derrame cerebral. Estamos falando da vitamina D.

Estudos mostram que a deficiência dela pode proporcionar uma série de complicações, potencializando ainda mais as chances de desenvolver os problemas já citados no início desse post, sobretudo, na terceira idade (acima dos 65 anos).

A ingestão regular de vitamina D também está associada à melhora da capacidade física, aumento da disposição e do ânimo e uma menor chance apresentar problemas cognitivos, como demência senil ou Mal de Alzheimer.

Ela também é capaz de prevenir o câncer de cólon e o desenvolvimento de quadros depressivos.

Confira como você pode obter e se beneficiar da vitamina D:

 

Quanta vitamina D precisamos?

Estudos recentes mostraram que pessoas com mais de 50 quilos devem consumir entre 5.000 e 10.000 unidades de vitamina D ao dia.

O mesmo vale para as gestantes e lactantes.

No caso das crianças a orientação é ingerir até 1.000 unidades de vitamina D para cada 5 quilos de peso.

Por exemplo, uma criança que pesa 30 quilos pode ingerir até 6.000 unidades de vitamina D.

 

Como obter a vitamina D

Alguns alimentos, especialmente os peixes, são fontes de vitamina D.

No entanto, o sol é responsável por 80 a 90% da vitamina que o corpo recebe.

A quantidade presente nos alimentos de origem animal não atende suficientemente o que o organismo precisa.

Nesse caso, é importante tomar de 15 a 20 minutos de sol ao dia.

Braços e pernas devem estar expostos, pois a quantidade de vitamina D que será absorvida é proporcional a quantidade de pele que está exposta.

Não há necessidade da aplicação de filtro solar no momento da exposição, uma vez que, por exemplo, o protetor fator 8 inibe a retenção de vitamina D em 95% e um fator maior do que isso praticamente zera a produção da substância.

Para evitar o câncer de pele, após os 15 a 20 minutos recomendados para obter a vitamina, passe o protetor solar.

 

Alimentos ricos em Vitamina D

– Óleo de peixe – 400 miligramas por colher de chá.

– Gema de ovo – 20 miligramas por unidade

– Salmão fresco -100 a 250 miligramas por 100 gramas.

– Sardinha e atum – 200-300 miligramas por 100 gramas

– Leite de soja – 200 miligramas (um copo)

 

Sinais de deficiência de vitamina D

Geralmente, as pessoas com carência de vitamina D costumam se queixar de dores ósseas, desconfortos na coluna lombar, quadril e pernas e dor e fraqueza na musculatura dos braços. Fraqueza e desânimo também são sintomas relatados.

Porém, um simples exame simples de sangue (25OH Vit. D3) detecta os níveis de vitamina D e podem identificar essa deficiência, porém o procedimento deve ser solicitado por um médico sobretudo na presença de sinais e sintomas.

 

Prevenção e tratamento

Visando prevenir a deficiência de vitamina D em pessoas com exposição solar inadequada, o laboratório Côrtes Villela recomenda uma dieta rica em alimentos de origem animal como peixes, que varia conforme a faixa etária e exposição solar.

Já o tratamento da deficiência consiste em suplementação oral, geralmente, recomendada pelos médicos por cerca de oito semanas.

Seu médico receitou o exame para descobrir o nível de vitamina D? Procure uma das unidades do Côrtes Villela.