Exame por Sopro para H. pylori: rápido, indolor e confiável

A infecção por Helicobacter pylori (H. pylori) está entre as causas mais frequentes de azia, gastrite crônica e úlcera péptica, sendo também reconhecida como um fator de risco para o desenvolvimento do câncer gástrico.

O principal desafio é que essa infecção nem sempre provoca sintomas logo no início. Muitas pessoas convivem com a bactéria por anos sem perceber, enquanto alterações no estômago podem estar acontecendo de forma silenciosa.

Por isso, a identificação precoce da infecção é fundamental para prevenir complicações e orientar a conduta médica de forma segura. Atualmente, métodos diagnósticos modernos, como o exame por sopro, permitem detectar a presença do H. pylori de maneira rápida, precisa e confortável, sem a necessidade de procedimentos invasivos.

 

O Que é H. pylori e por que diagnosticar?

A H. pylori é uma bactéria que se instala na camada interna do estômago, chamada mucosa gástrica, responsável por proteger o órgão contra o ácido gástrico. Ao colonizar essa região, a bactéria pode causar:

  • Azia
  • Inflamação
  • Gastrite crônica
  • Úlcera gástrica ou duodenal
  • Má Digestão
  • Câncer de estômago

É importante destacar que a infecção por H. pylori nem sempre causa sintomas, podendo permanecer silenciosa por longos períodos. Por isso, a indicação do exame deve ser feita pelo seu médico, especialmente em casos de desconfortos persistentes ou histórico de doenças gástricas.

Para um tratamento e acompanhamento pós-tratamento eficaz e seguro, é fundamental identificar a infecção de maneira precisa, evitando a exposição do paciente a exames invasivos desnecessários.

O que é o Exame por Sopro para H. pylori: simples, seguro e eficaz

O Exame por Sopro é uma modalidade moderna de acompanhamento pós-tratamento e diagnóstico não invasivo que identifica infecções pelo H. pylori através da análise do ar exalado pelo paciente.

Como Funciona

O paciente sopra em um coletor, fornecendo uma amostra inicial de ar, em seguida, ingere uma solução específica para o teste.

Se a bactéria estiver presente no estômago, ela reage com essa substância e libera um gás que é identificado no ar exalado em minutos, permitindo o diagnóstico de forma rápida e indolor.

 

Exame por Sopro: Quais suas vantagens

O exame por sopro para detecção do H. pylori representa um avanço importante na prevenção e diagnóstico das doenças gástricas. Diferente de métodos invasivos, ele oferece mais conforto ao paciente sem abrir mão da precisão diagnóstica.

Entre as principais vantagens, destacam-se:

  • Indolor e sem agulhas: o paciente apenas sopra em um coletor, sem necessidade de punções, sedação ou procedimentos invasivos.
  • Rápido e prático: o exame é realizado em menos de 20 minutos, facilitando a rotina do paciente e do consultório.
  • Confortável: não exige preparo complexo nem tempo de recuperação após o procedimento.
  • Alta confiabilidade: identifica a presença de infecção ativa pelo H. pylori, auxiliando no diagnóstico inicial e no acompanhamento após o tratamento.
  • Por ser um exame simples e não invasivo, é indicado para adultos e crianças a partir de 3 anos

 

Essa combinação de tecnologia, segurança e experiência positiva torna o exame por sopro uma excelente alternativa para o diagnóstico do H. pylori, especialmente em pacientes que buscam praticidade e bem-estar durante a investigação clínica.

Exame por Sopro para H. pylori: tecnologia, conforto e precisão no Côrtes Villela

No Côrtes Villela, o exame por sopro é realizado com tecnologia moderna, seguindo rigorosos padrões de qualidade e segurança. O procedimento é simples, rápido, confortável e seguro, no Côrtes você realiza esse exame em menos de 20 minutos, sem agulhas, sedação ou desconforto para o paciente, o que contribui para uma experiência mais tranquila e humanizada.

Além de prático para a rotina clínica, o exame por sopro combina alta precisão diagnóstica com uma abordagem centrada no paciente, tornando-se uma excelente opção tanto para profissionais da saúde quanto para pacientes que buscam um diagnóstico eficiente, confiável e livre de trauma.

Quer saber mais sobre o exame por sopro para H.pylori? Entre em contato com o Côrtes clicando aqui!

Vacina da dengue: o que esperar para 2026 e como se proteger

A vacina da dengue tem se tornado uma das principais estratégias de prevenção contra uma doença que segue como grande desafio de saúde pública no Brasil. Com projeções que indicam um possível aumento de casos em 2026, entender o cenário, os números atuais e o papel da vacinação é essencial para proteger a população.

Neste blog, reunimos informações claras e confiáveis sobre a vacina da dengue, o cenário previsto para 2026, a situação atual da doença e quem pode se vacinar.

 

Cenário previsto da dengue em 2026 no Brasil

Estudos epidemiológicos conduzidos por pesquisadores e instituições especializadas indicam que o Brasil pode enfrentar um novo pico de dengue em 2026. Esse cenário foi apresentado no contexto do desafio internacional InfoDengue–Mosqlimate Challenge 2025, uma iniciativa que reuniu 52 pesquisadores de 15 equipes do mundo todo e foi liderada por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Fundação Getulio Vargas (FGV), com o apoio do projeto InfoDengue.

Com base nas análises estudadas, especialistas alertam que o Brasil pode enfrentar um novo aumento nos casos de dengue, com estimativa de até 1,8 milhão de casos prováveis no Brasil.

Essa projeção considera fatores como:

  • Condições climáticas favoráveis ao Aedes aegypti;
  • Circulação simultânea dos sorotipos do vírus;
  • Padrões históricos de epidemias no país.

Diante desse cenário, a vacina da dengue ganha ainda mais importância como ferramenta de prevenção.

 

Casos de dengue registrados no Brasil em 2025

Em 2025, o Brasil enfrentou um cenário de alerta. Dados do painel oficial do Ministério da Saúde indicaram cerca de 1.611.826 casos prováveis de dengue, com mais de 1.688 óbitos confirmadoss até o final de novembro.

Mesmo com números inferiores aos de anos epidêmicos extremos, como 2024, que registrou 6.486.639 casos prováveis de dengue, o impacto sobre a saúde pública em 2025 foi significativo, reforçando a necessidade de prevenção contínua e ampliação da vacina da dengue.

 

Situação da dengue em Minas Gerais e em Juiz de Fora

Em Minas Gerais, ao longo de 2025 foram registrados aproximadamente 165.900 casos prováveis de dengue, com cerca de 117.275 confirmações laboratoriais, conforme os boletins epidemiológicos publicados pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais.

Em Juiz de Fora, o cenário também preocupa. O município contabilizou mais de 4.024 casos prováveis de dengue foram notificados em 2025, com cinco óbitos confirmados e outros em investigação.

Esses dados mostram que a dengue segue ativa no estado e que ações como prevenção ambiental, diagnóstico precoce e vacinação contra a dengue continuam sendo fundamentais.

 

Cobertura da vacina da dengue no Brasil

A vacina da dengue é um dos principais pilares para reduzir casos graves, hospitalizações e óbitos. No Brasil, a cobertura vacinal ainda está em expansão, tanto na rede pública quanto na privada.

A ampliação gradual da oferta e das faixas etárias elegíveis deve contribuir para uma proteção cada vez maior da população nos próximos anos.

A expectativa é que, nos próximos anos, cada vez mais pessoas tenham acesso à vacinação, fortalecendo a proteção coletiva contra a dengue.

 

Vacina QDenga contra a dengue: quem pode tomar

A Qdenga é a vacina tetravalente contra a dengue que protege contra os 4 tipos de vírus da doença: DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4, o que é fundamental em um país como o Brasil, onde diferentes sorotipos podem circular ao mesmo tempo.

Feita com o vírus atenuado, ela imuniza através de estímulo do sistema imunológico, criando uma barreira de imunidade. Ela pode ser aplicada em pessoas de 4 a 60 anos, independentemente de já terem tido dengue ou não.

Esse é um dos grandes diferenciais da QDenga, pois amplia significativamente o acesso à prevenção e contribui para a redução da circulação do vírus.

Isso significa que:

  • Quem nunca teve dengue pode se vacinar
  • Quem já teve dengue também pode se vacinar com a Qdenga

Segundo avaliações técnicas da Anvisa e dados de estudos clínicos internacionais, a vacina da dengue QDenga apresentou eficácia global de aproximadamente 80,2% na prevenção de casos sintomáticos.

Essa cobertura ampla ajuda a reduzir casos graves e hospitalizações, protegendo especialmente os grupos mais vulneráveis e diminuindo a pressão sobre os serviços de saúde.

 

A vacina da dengue pode causar efeitos colaterais?

A vacina contra a dengue pode causar efeitos colaterais leves e temporários, que costumam desaparecer em poucos dias. Os mais comuns são:

  • Dor, vermelhidão ou inchaço no local da aplicação
  • Dor de cabeça
  • Febre baixa
  • Cansaço ou mal-estar

Essas reações são esperadas e indicam que o organismo está criando proteção contra o vírus.

 

Há contraindicações para a vacina da dengue?

A vacinação contra a dengue não é indicada para todos. Devem evitar a vacina:

  • Gestantes
  • Mulheres que estão amamentando
  • Pessoas com imunodeficiência grave
  • Pessoas que vivem com HIV
  • Pessoas com histórico de reação alérgica grave a componentes da vacina

Por isso, a avaliação individual com um profissional de saúde é essencial antes da vacinação.

 

Vacina contra a dengue no Côrtes Villela: proteção e cuidado

O Côrtes Villela oferece a vacina QDenga contra a dengue, seguindo rigorosamente as orientações da Anvisa, com tecnologia de ponta, equipe qualificada e atendimento humanizado.

Além da vacinação, o Côrtes oferece:

✔️ Diagnóstico rápido de dengue e outras arboviroses por meio de testes rápidos (Potz e Bign), utilizados na triagem inicial dos casos, com possibilidade de reação cruzada entre arboviroses (RCA).

✔️ Orientação clara sobre prevenção

✔️ Cuidado completo com a saúde da população

Quando o assunto é dengue, prevenir é sempre o melhor caminho.

Agende sua vacinação contra a dengue no Côrtes Villela e proteja sua saúde.

 

 

Quero agendar minha vacina contra a Dengue

 

Fonte da projeção: artigo “Fiocruz y socios presentan previsiones más optimistas para la temporada de dengue de 2026”, publicado pelo The Global Health Network LAC, que relata os resultados do InfoDengue–Mosqlimate Challenge 2025 e a contribuição de pesquisadores da Fiocruz, FGV e equipes internacionais.

Outubro Rosa: além do câncer de mama, atenção também ao HPV e ao câncer de colo do útero

Outubro Rosa é o mês da conscientização sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. Mas, nesta data, também é fundamental ampliarmos o olhar para outro grande desafio da saúde feminina: o câncer do colo do útero, diretamente ligado ao HPV (papilomavírus humano). Falar sobre o HPV é falar de autocuidado, prevenção e quebra de tabus.

O que é HPV?

O HPV, sigla para papilomavírus humano, é um grupo de mais de 200 tipos de vírus que infectam a pele e as mucosas. Alguns deles são considerados de baixo risco, responsáveis por verrugas genitais ou anais, enquanto outros são classificados como de alto risco, por estarem relacionados ao desenvolvimento de lesões precursoras e cânceres, principalmente o de colo do útero.

Dois tipos — o 16 e o 18 — respondem por cerca de 70% dos casos de câncer do colo do útero em todo o mundo. Isso mostra a força desse vírus silencioso, que pode permanecer no organismo por anos sem causar sintomas.

Como ocorre a transmissão?

O HPV é altamente contagioso e se transmite, principalmente, por contato sexual. Não é necessário haver penetração ou troca de fluidos: basta o contato pele com pele ou mucosa com mucosa. O uso de preservativos ajuda a reduzir o risco, mas não impede totalmente a transmissão, já que há áreas da região genital que ficam expostas.

Também pode haver transmissão da mãe para o bebê durante o parto, embora seja menos comum.

Sinais, sintomas e diagnóstico

Na maior parte dos casos, a infecção pelo HPV é assintomática e desaparece sozinha graças ao sistema imunológico. Mas quando o vírus se manifesta, os sinais mais comuns são as verrugas genitais ou anais, que podem ter aspecto de “couve-flor”.

O grande desafio está nos tipos de alto risco: eles podem provocar alterações nas células do colo do útero sem causar sintomas perceptíveis. Essas mudanças só são detectadas por meio do exame preventivo, capaz de identificar lesões precursoras antes de evoluírem para câncer.

O que mudou nas diretrizes de rastreamento do HPV no últimos anos?

Houve um grande avanço com a substituição progressiva do exame de Papanicolau convencional pelo teste molecular de DNA para HPV de alto risco, considerado mais sensível. Segundo as diretrizes do Ministério da Saúde publicadas em 2023, o rastreamento agora é recomendado para mulheres de 25 a 64 anos, com teste de HPV a cada 5 anos, se o resultado for negativo.

 

Por que o teste de DNA para HPV é a melhor escolha em relação ao Papanicolau tradicional?

Porque ele tem maior sensibilidade, ou seja, consegue identificar a presença do vírus mesmo antes de causar alterações celulares. Isso permite uma detecção precoce de mulheres em risco real de desenvolver lesões pré-cancerosas ou câncer.

 

O que é a Genotipagem do HPV e qual seu papel no diagnóstico?

A genotipagem é a identificação exata dos tipos de HPV presentes em uma amostra. Isso permite reconhecer infecções por HPV 16 e 18, que têm maior risco de progressão para câncer. Nas novas diretrizes, a genotipagem é usada para definir o encaminhamento e a conduta clínica. Mulheres com HPV 16 ou 18 são encaminhadas para Colposcopia, mesmo sem alterações.

 

O que é Citologia em meio líquido e como ela difere do Papanicolau tradicional?

A citologia em meio líquido é uma forma mais moderna de coletar e preparar a amostra. A  célula do colo do útero é suspensa em um frasco com líquido conservante, o que permite melhor preservação, leitura mais limpa e possibilidade de reaproveitamento da mesma amostra para testes de HPV ou genotipagem. Já o Papanicolau convencional utiliza uma lâmina de vidro com fixação imediata, com maior risco de perdas técnicas.

 

O papel da citologia em meio líquido nas novas diretrizes

Ela é usada como teste reflexo, ou seja, quando o teste de HPV é positivo para tipos que não sejam 16 ou 18. A citologia em meio líquido é realizada com a mesma amostra coletada, sem necessidade de nova coleta, o que agiliza o diagnóstico e melhora o fluxo de atendimento. Além disso, apresenta outras vantagens como a redução na quantidade de amostras insatisfatórias, permite a detecção de infecções concomitantes como fungos e bactérias e, ainda possibilita a realização de outros testes utilizando-se a mesma amostra, como a genotipagem ou biomarcadores, se necessário.

HPV e câncer: uma relação importante

Estudos mostram que o HPV está presente em cerca de 99% dos casos de câncer de colo do útero. Além disso, o vírus também pode estar associado a outros tipos de câncer, como vulva, vagina, ânus, pênis e orofaringe (região da garganta).

No Brasil, o câncer de colo do útero é o terceiro mais frequente entre mulheres, ficando atrás apenas do de mama e do colorretal. É também a quarta causa de morte por câncer na população feminina. Dados que reforçam a importância de falar sobre o HPV no Outubro Rosa.

Prevenção: o que você pode fazer

A boa notícia é que existe prevenção eficaz contra o HPV:

  • Vacinação: disponível gratuitamente pelo SUS para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. A vacina protege contra os principais tipos do vírus, incluindo os que mais causam câncer.
  • Uso de preservativo: embora não seja 100% eficaz contra o HPV, continua sendo uma ferramenta fundamental na proteção contra infecções sexualmente transmissíveis.
  • Exames preventivos: mulheres de 25 a 64 anos devem realizar o exame preventivo regularmente, mesmo após a vacinação.
  • Hábitos de vida saudáveis: um sistema imunológico fortalecido também ajuda o corpo a combater o vírus.

Tratamento

Não existe um remédio que elimine o HPV do organismo, mas há tratamentos eficazes para as lesões causadas pelo vírus. Verrugas genitais podem ser removidas por métodos como crioterapia (congelamento), laser ou cirurgia. Já as lesões precursoras do câncer podem ser tratadas para impedir a evolução da doença.

O acompanhamento médico é fundamental, já que em alguns casos as lesões podem reaparecer.

Conclusão: informação que salva vidas

O Outubro Rosa é um convite à prevenção e ao cuidado. Falar de HPV é essencial porque estamos tratando de um vírus que pode causar câncer, mas que, ao mesmo tempo, pode ser combatido com informação, vacinação e exames preventivos.

Cuidar da saúde é um ato de amor-próprio. Converse com seu médico, faça seus exames em dia e incentive as pessoas ao seu redor a também se prevenirem. Quanto mais falamos sobre HPV e câncer de colo do útero, mais chances de salvar vidas.

Fonte: Ministério da Saúde

Setembro Verde – Conscientização sobre o Câncer de Intestino

O câncer colorretal (CCR) é hoje um dos maiores desafios de saúde pública mundial.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), é o terceiro tipo de câncer mais comum no mundo e o segundo em mortalidade. No Brasil, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima 44 mil novos casos por ano (2023–2025).

Apesar dos números elevados, trata-se de uma doença com alta possibilidade de prevenção e cura quando diagnosticada precocemente.

 

Rastreamento: A Importância da Detecção Precoce

O CCR normalmente evolui a partir de pólipos adenomatosos, que podem ser removidos antes de se tornarem malignos.

Principais métodos de rastreamento:

  • Colonoscopia (padrão ouro): detecta e remove pólipos em um único exame.
  • Teste de sangue oculto nas fezes (FOBT ou FIT): método menos invasivo e útil para rastreamento populacional.
  • Testes genéticos (casos de risco hereditário, como síndrome de Lynch ou polipose adenomatosa familiar).

 

 

Fatores de Risco e Proteção

Risco aumentado

  • Dieta rica em carnes vermelhas e processadas.
  • Consumo excessivo de álcool.
  • Tabagismo.
  • Obesidade e sedentarismo.
  • Histórico familiar ou síndromes hereditárias.

Proteção

  • Dieta rica em fibras, grãos integrais, frutas, verduras e leguminosas.
  • Consumo regular de alimentos com ação anti-inflamatória (ex.: nozes, iogurte, sardinha, vegetais crucíferos).
  • Atividade física regular.
  • Manutenção de peso saudável.

 

Infográfico mostrando percentual de redução de risco associado à dieta e ao exercício.

 

Epidemiologia Atual: O Alerta dos Jovens

Tradicionalmente, o rastreamento era recomendado a partir dos 50 anos, mas estudos recentes mostram aumento da incidência em pessoas de 20 a 45 anos. Isso levou a Sociedade Americana de Câncer a recomendar o início do rastreamento aos 45 anos (podendo ser antes em casos de alto risco).

Avanços Tecnológicos na Detecção

  • Inteligência Artificial na Colonoscopia: modelos como o YOLOv5 auxiliam na detecção automática de pólipos, aumentando a taxa de diagnóstico em estágios iniciais.
  • Testes de DNA fecal: rastreamento não invasivo em expansão.
  • Biomarcadores sanguíneos: pesquisas avançam para identificar mutações circulantes associadas ao CCR.Conclusão – Setembro Verde: Um Chamado à AçãoO câncer de intestino pode ser prevenido em grande parte dos casos com mudanças no estilo de vida e rastreamento precoce. O Setembro Verde busca ampliar a conscientização para que:
    • Mais pessoas realizem exames preventivos.
    • A população adote hábitos alimentares e de vida saudáveis.
    • Jovens também estejam atentos aos sintomas (sangue nas fezes, mudança no hábito intestinal, dor abdominal persistente, perda de peso não explicada).

    O rastreamento salva vidas – quanto mais cedo, maior a chance de cura.

A Luta Contra as Hepatites Virais: Conscientização, Prevenção e Diagnóstico

A Luta Contra as Hepatites Virais: Conscientização, Prevenção e Diagnóstico

No dia 28 de julho é celebrado o Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais. A data foi criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) com o objetivo de aumentar a conscientização global sobre as hepatites virais. Doenças silenciosas que afetam o fígado e podem levar a complicações graves, como cirrose e câncer hepático.

Segundo a OMS, mais de 300 milhões de pessoas no mundo vivem com hepatite B ou C sem saber. No Brasil, o Ministério da Saúde já notificou centenas de milhares de casos nos últimos anos, especialmente das hepatites B e C, que muitas vezes não apresentam sintomas nas fases iniciais.

O que são e quais os tipos de hepatites virais?

As hepatites virais são inflamações no fígado causadas por diferentes tipos de vírus: A, B, C, D e E. As mais frequentes e preocupantes do ponto de vista de saúde pública são as hepatites causadas pelos vírus do tipo B e C, pois podem evoluir de forma crônica e causar sérios danos ao fígado.

  • Hepatite A: geralmente transmitida por água ou alimentos contaminados
  • Hepatite B: transmitida por sangue, relações sexuais e de mãe para filho durante a gestação
  • Hepatite C: principalmente pelo contato com sangue contaminado (como transfusões, agulhas, instrumentos mal esterilizados)
  • Hepatite D: ocorre apenas em pessoas já infectadas pelo vírus da hepatite B
  • Hepatite E: associada a condições precárias de saneamento básico.

Por que o diagnóstico precoce é fundamental?

De acordo com a Sociedade Brasileira de Hepatologia, o diagnóstico precoce permite iniciar o tratamento adequado antes que o fígado sofra danos mais severos. Muitas pessoas só descobrem a infecção em estágios avançados, quando já há comprometimento hepático.

Por isso, é fundamental realizar exames de triagem regularmente, especialmente se você pertence a grupos de risco ou teve alguma exposição suspeita.

Exames laboratoriais para detecção das hepatites

O diagnóstico laboratorial através da pesquisa de marcadores virais é a   principal forma de detectar a presença dos vírus no organismo. Veja os principais marcadores para as hepatites A, B e C:

Exames sorológicos

Detectam anticorpos e antígenos no sangue:

  • Anti-HAV IgM e IgG: indicam hepatite A recente ou passada
  • HBsAg (antígeno de superfície do vírus B): detecta infecção ativa pela hepatite B
  • Anti-HBs: verifica imunidade contra o vírus B (por vacinação ou infecção anterior)
  • Anti-HBc IgM e IgG: indicam infecção recente ou passada por hepatite B
  • Anti-HCV: detecta contato com o vírus da hepatite C.

Exames moleculares (PCR)

Identificam a presença do material genético do vírus:

  • PCR para HBV e HCV: indicam se há replicação viral ativa e a carga viral, auxiliando na definição do tratamento.

Exames complementares

Avaliam o funcionamento do fígado:

  • TGO (AST), TGP (ALT): enzimas hepáticas que indicam inflamação no fígado
  • Gama GT, bilirrubina, fosfatase alcalina: ajudam a avaliar a função hepática.

Prevenção é o melhor caminho

  • Existe vacinação contra hepatite
  • Uso de preservativos e práticas sexuais seguras
  • Evitar compartilhamento de objetos perfurocortantes, como lâminas e agulhas
  • Higiene adequada dos alimentos e do ambiente.

Conclusão

O Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais é uma oportunidade de refletir sobre a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do tratamento adequado. Quanto antes a hepatite for identificada, maiores são as chances de sucesso no tratamento e de evitar complicações.

Se você nunca fez os exames ou tem dúvidas sobre a sua situação vacinal, procure um profissional de saúde. A hepatite pode ser silenciosa, mas a informação e a prevenção fazem toda a diferença.

O Côrtes Villela está ao seu lado na prevenção e no cuidado com a sua saúde. Nossas unidades oferecem exames completos para diagnóstico das hepatites com qualidade, agilidade e confiança.


Côrtes Villela | Confiança é tudo!

 

Referências:

  • Organização Mundial da Saúde (OMS): www.who.int
  • Ministério da Saúde – Departamento de Hepatites Virais: www.gov.br/saude
  • Sociedade Brasileira de Hepatologia (SBH): www.sbh.org.br

 

Diabetes Mellitus: O Que É, Tipos, Sintomas e Tratamento

Diabetes Mellitus: O Que É, Tipos, Sintomas e TratamentoA diabetes mellitus é uma doença crônica que afeta milhões de pessoas em todo o mundo e se caracteriza por níveis elevados de glicose (açúcar) no sangue. Isso acontece quando o corpo não produz insulina suficiente ou não consegue utilizá-la adequadamente. A insulina é um hormônio essencial, produzido pelo pâncreas, que ajuda a glicose a entrar nas células para ser usada como fonte de energia. Quando esse processo falha, o açúcar se acumula no sangue e pode provocar diversos danos ao longo do tempo.

 

Principais Tipos de Diabetes

Diabetes Tipo 1

Ocorre quando o sistema imunológico ataca e destrói as células do pâncreas que produzem insulina.

  • É mais comum em crianças, adolescentes e adultos jovens.
  • É uma condição autoimune e ainda sem cura.
  • Pessoas com tipo 1 precisam de insulina diariamente.

Diabetes Tipo 2

Ocorre quando o corpo não usa bem a insulina ou não a produz em quantidade suficiente.

  • Está frequentemente associado ao sobrepeso, sedentarismo e idade avançada.
  • Representa cerca de 90% dos casos de diabetes.
  • Pode ser controlado com mudanças no estilo de vida, medicamentos orais e, em alguns casos, insulina.

Diabetes Gestacional

Surge durante a gravidez, geralmente entre o 2º e 3º trimestre. Pode desaparecer após o parto, mas aumenta o risco de desenvolver diabetes tipo 2 no futuro. Requer acompanhamento rigoroso para evitar complicações para a mãe e o bebê.

 

 

 

Muitas pessoas convivem com a doença sem saber, principalmente no caso do diabetes tipo 2, cujos sintomas podem ser silenciosos. Quando presentes, os sinais mais comuns incluem sede excessiva, vontade frequente de urinar, fome exagerada, cansaço, visão embaçada, perda de peso sem causa aparente e infecções recorrentes. Esses sintomas podem ser confundidos com outras condições, por isso é importante estar atento e realizar exames de rotina, com o acompanhamento médico.

 

O diagnóstico da diabetes é feito por meio de exames laboratoriais como a glicemia de jejum, glicemia pós-prandial, curvas glicêmicas, dosagem de insulina,  hemoglobina glicada (HbA1c) e o teste oral de tolerância à glicose. A confirmação é feita pelo médico e os exames ajudam a definir o tipo de diabetes e o melhor caminho para o tratamento.

Já o monitoramento pode ser realizado através de exames laboratoriais para avaliação das funções fisiológicas, como a função renal, avaliada através da microalbuminúria e da creatinina.

Outro importante monitoramento é a avaliação do perfil lipídico, visto que a diabetes mellitus acarreta um maior risco de doenças cárdio vasculares.

Para o monitoramento dos demais possíveis comprometimentos, o acompanhamento multiprofissional é essencial.

 

Complicações Possíveis

Sem controle adequado, a diabetes pode levar a sérias complicações:

  • Retinopatia diabética (danos na retina)
  • Nefropatia diabética (insuficiência renal)
  • Neuropatia diabética (problemas nos nervos, com dor e perda de sensibilidade)
  • Doenças cardiovasculares (infarto, AVC)
  • Pé diabético (feridas que cicatrizam mal e podem levar à amputação)

 

Embora a diabetes ainda não tenha cura, ela pode ser controlada com mudanças no estilo de vida, uso de medicamentos e acompanhamento médico. Uma alimentação equilibrada, rica em fibras e com pouco açúcar e gordura, aliada à prática regular de atividade física, é essencial. O tratamento pode incluir o uso de medicamentos orais, conforme orientação médica, ou a aplicação de insulina, especialmente nos casos de diabetes tipo 1. Além disso, o monitoramento frequente da glicemia ajuda a manter os níveis de açúcar no sangue dentro da meta estabelecida pelo médico.

 

Segundo dados da Federação Internacional de Diabetes (IDF), mais de 500 milhões de adultos no mundo vivem com a doença, e no Brasil, estima-se que esse número esteja em torno de 16 milhões. A diabetes é uma das principais causas de morte evitável e de perda de qualidade de vida, o que reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento contínuo.

Com informação, apoio médico e escolhas conscientes, é possível conviver bem com a diabetes e evitar suas complicações. O mais importante é lembrar que conhecimento e prevenção andam juntos quando o assunto é saúde.

 

Fonte:  Texto baseado em informações da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), Federação Internacional de Diabetes (IDF) e Organização Mundial da Saúde (OMS).

 

 

Vacinação na gestação: proteção dupla para mãe e bebê

Durante a gravidez, o cuidado com a saúde da gestante vai muito além dos exames de rotina e da alimentação balanceada. Um aspecto muitas vezes subestimado, mas essencial, é a vacinação. Ela protege não só a futura mamãe, mas também o bebê desde antes do nascimento.

Por que vacinar durante a gestação?

A gestação é um período de mudanças intensas no corpo da mulher, inclusive no sistema imunológico, o que aumenta a suscetibilidade a infecções. Algumas doenças preveníveis por vacina, como a gripe ou a coqueluche, podem causar complicações graves durante a gravidez ou nos primeiros meses de vida do bebê.

Ao se vacinar, a gestante produz anticorpos que são transferidos para o feto pela placenta. Esses anticorpos permanecem ativos após o nascimento, protegendo o bebê até que ele possa ser vacinado.

Segundo o Ministério da Saúde a imunização passiva é especialmente importante para doenças como a coqueluche, que pode ser fatal em recém-nascidos (Fonte: Ministério da Saúde, 2024).

Quais vacinas são recomendadas para gestantes?

De acordo com as recomendações do Ministério da Saúde , da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Centers for Disease Control and Prevention (CDC) , estas são as vacinas recomendadas durante a gravidez:

  • dTpa (difteria, tétano e coqueluche acelular): recomendado a partir da 20ª semana de gestação, em todas as gestações. Protege especialmente o bebê contra coqueluche nos primeiros meses.
  • Gripe (gripe): indicada em qualquer fase da gestação. A gripe em gestantes pode evoluir com mais gravidade. A gestante é considerada grupo de risco para complicações da infecção pelo influenza
  • Hepatite B: indicada para gestantes que não possuem esquema vacinal completo. É segura contra uma infecção que pode se tornar crônica.
  • Vírus sincicial respiratório: pode ser feita a partir de 28 semanas de gestação. A vacinação visa a transferência de anticorpos da mãe para o bebê através da placenta, proporcionando proteção contra infecções respiratórias graves nos primeiros meses de vida do bebê.

 

Segurança das vacinas na gravidez

Todas as vacinas recomendadas para gestantes foram amplamente estudadas e aprovadas por órgãos como ANVISA , OMS e CDC . Elas são seguras e não apresentam riscos para o desenvolvimento do bebê quando aplicadas de acordo com as orientações médicas.

“A vacinação materna é uma das estratégias mais seguras e eficazes para proteger a mãe e o recém-nascido contra doenças infecciosas”, destaca a OMS em suas diretrizes de imunização para gestantes (Fonte: WHO Maternal Immunization).

Vacinar é um ato de cuidado e amor

Tomar as vacinas certas durante a gestação é mais do que uma medida preventiva — é um gesto de amor e proteção. É garantir que o bebê chegue ao mundo com defesas extras, especialmente em um momento tão delicado.

Se você está grávida ou com a intenção de engravidar, converse com seu médico. Manter sua carteira de vacinação em dia faz parte do pré-natal e pode fazer toda a diferença!

 

Fonte: Ministério da Saúde, 2024

Organização Mundial da Saúde

WHO Maternal Immunization

A Importância da Conscientização sobre as Doenças Respiratórias e as Alergias

Com a chegada do outono e a queda da umidade do ar em muitas regiões do Brasil, tem-se um aumento significativo das doenças respiratórias e do surgimentos das alergias. Portanto, esse é um momento importante para lembrar dos cuidados com a saúde respiratória.

 

Neste texto, você vai entender o que são as alergias, por que o diagnóstico precoce é essencial e como os exames de  IGE podem ajudar no tratamento de alergias respiratórias e outros tipos.

Irá conhecer também o exame RT-PCR Respiratório, um teste singular que identifica os patógenos nos primeiros 07 dias de sintomas, confirmando, de forma eficaz e segura, doenças como Covid-19, Influenza A, Influenza B ou Vírus Sincicial Respiratório, diferenciando-as.

Os sintomas iniciais destas doenças causadas pelos vírus respiratórios  são semelhantes, sendo desafiador, seu diagnóstico clínico. Esse exame atua na identificação de patógenos associados a infecções respiratórias, oferecendo alta precisão e segurança ao paciente, realizado através da coleta de material biológico (Swab nasal).

 

Continue lendo e descubra como proteger sua saúde!

Mas, o que são alergias? Entenda os sintomas e os principais gatilhos

As alergias são reações exageradas do sistema imunológico a substâncias que, para a maioria das pessoas, são inofensivas. Essas substâncias, chamadas de alérgenos, podem incluir:

Pólen e ácaros

Poeira doméstica

Pelos de animais

Certos alimentos (como leite, ovo, amendoim e frutos do mar)

Medicamentos

Substâncias químicas

Os sintomas de alergia variam de leves a graves, incluindo:

Espirros e coriza

Coceira no nariz, olhos ou pele

Nariz entupido e congestão

Tosse persistente

Urticária ou vermelhidão

Falta de ar e chiado no peito

Casos mais severos podem levar à anafilaxia, uma emergência médica que exige atendimento imediato.

 

Por que maio é o mês das alergias?

O mês de maio marca uma mudança climática significativa, principalmente nas regiões Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, onde o clima mais seco intensifica os sintomas de alergias respiratórias, como rinite alérgica e asma.

Por isso, maio foi escolhido como o Mês de Conscientização sobre Alergias, com o objetivo de alertar a população sobre os riscos e incentivar o diagnóstico e tratamentos corretos.

Diagnóstico de alergia: por que é essencial identificar o alérgeno

Muitas pessoas tratam apenas os sintomas alérgicos com anti-histamínicos, sem investigar a real causa do problema. Isso pode levar a um controle ineficaz e ao agravamento da condição.

O diagnóstico precoce da alergia permite:

Identificar o alérgeno responsável pela reação

Adotar medidas de prevenção mais eficazes

Reduzir o uso de medicamentos desnecessários

Melhorar a qualidade de vida a longo prazo

Iniciar tratamentos específicos, como a imunoterapia

 

Ao combinar os sintomas com o histórico do paciente é possível criar um plano de tratamento para melhorar sua qualidade de vida.

Neste cenário, os testes de IgE específicos para alergia são realizados através de uma coleta de sangue simples. A IgE é um anticorpo envolvido nas reações alérgicas, e o exame mede a presença e os níveis de IgE específica para determinados alérgenos. Esses testes ajudam a identificar alergias a alimentos, medicamentos e outros alérgenos.

 

Tipos de alergia mais comuns

Cada tipo de alergia tem causas e sintomas específicos. Conheça os mais frequentes:

Alergias respiratórias

Como rinite alérgica, asma e sinusite. Os gatilhos incluem ácaros, pólen, fungos e pelos de animais.

 

Alergias alimentares

Comuns em crianças e adultos, podendo ser causadas por leite, ovo, glúten, amendoim e frutos do mar, dentre outros.

Alergias a medicamentos

Reações a antibióticos, analgésicos e anti-inflamatórios, que podem variar de leve urticária à anafilaxia.

Alergias de contato

Causadas por produtos cosméticos, metais, perfumes ou produtos de limpeza.

Alergias a insetos

Picadas de abelhas, formigas ou vespas podem desencadear reações graves em pessoas sensíveis.

 

Como prevenir crises alérgicas no dia a dia

Pequenas mudanças na rotina podem fazer grande diferença na prevenção de crises:

Mantenha o ambiente sempre limpo e bem ventilado

Use capas antiácaro em colchões e travesseiros

Evite tapetes, cortinas pesadas e bichos de pelúcia

Não fume e evite ambientes com fumaça

Observe sua alimentação em casos de alergia alimentar

Tome medicamentos apenas com orientação médica

 

Exame RT-PCR Respiratório: uma inovação no diagnóstico das doenças respiratórias

O exame RT-PCR é uma tecnologia inovadora que consiste na amplificação do DNA, sendo altamente sensível e preciso na detecção dos vírus no organismo, realizado através de Swab nasal.

 

Finalidade:

Detecção de patógenos que podem estar relacionados as infecções respiratórias.

Vantagens:

Precisão: Testes com alta sensibilidade (99,9%) e especificidade(99,9%) para o diagnóstico das infeções respiratórias

Rapidez: O resultado pode ser liberado em até 24 horas.

Conveniência: A coleta do material biológico pode ser feita em casa ou no laboratório.

Importante: O exame pode ser solicitado por um profissional médico especializado.

 

Conclusão:

Maio, com a chegada do frio é uma excelente oportunidade para refletir sobre cuidados com a saúde respiratória. Informar-se, buscar o diagnóstico correto de alergias e doenças respiratórias, adotar medidas preventivas são passos fundamentais para viver melhor.

Com o avanço da tecnologia, exames como o teste de IGE específico e RT-PCR respiratório oferecem mais precisão e segurança nos diagnósticos clínicos, contribuindo para tratamentos personalizados e eficazes, oferecendo um importantes suporte aos médicos na realização de diagnósticos diferenciais.

Procure um especialista e conte com o Côrtes Villela para realizar seus exames com confiança e qualidade.

Mas lembre-se: a melhor forma de se proteger contra o vírus sincicial respiratório, Covid 19  e o vírus da Influenza A e B é através da vacinação.

 

Côrtes Villela | Confiança é tudo.

Fontes: Cejam | Ministério da Saúde |

Combate ao Sedentarismo: A importância da atividade física.

Vivemos em uma época em que a tecnologia facilita praticamente tudo. Podemos pedir comida sem sair do sofá, participar de reuniões diretamente do celular e controlar aparelhos da casa com um toque. Mas, junto com toda essa praticidade, surgiu um inimigo discreto e perigoso: o sedentarismo.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o sedentarismo é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas como diabetes, hipertensão, problemas cardiovasculares e depressão. A boa notícia? A solução é simples e acessível: mexer o corpo regularmente.

O que é, afinal, o sedentarismo?

Sedentarismo é a ausência ou a prática insuficiente de atividade física no dia a dia. De forma prática, uma pessoa sedentária é aquela que não atinge o mínimo recomendado pela OMS, que é de:

  • 150 minutos semanais de atividade física moderada, ou
  • 75 minutos semanais de atividade intensa.

E não, sedentarismo não se resume ao ganho de peso. Ele afeta o corpo e a mente de várias formas: provoca perda de massa muscular, reduz a flexibilidade, compromete a capacidade respiratória, eleva os níveis de estresse e ansiedade, e pode até contribuir para quadros de depressão.

Por que é tão importante combater o sedentarismo?

A prática regular de exercícios físicos traz inúmeros benefícios para a saúde — e não estamos falando apenas de estética. Veja alguns dos principais motivos para abandonar o sedentarismo:

  1. Saúde cardiovascular em dia

Movimentar o corpo fortalece o coração, melhora a circulação e reduz a pressão arterial, diminuindo significativamente o risco de infarto e AVC.

  1. Controle do peso corporal

A atividade física ajuda a equilibrar o gasto calórico, acelera o metabolismo e auxilia na perda ou manutenção do peso saudável.

  1. Fortalecimento Muscular

Exercícios como a musculação, Yoga ou Pilates contribuem para o ganho de massa muscular, prevenindo algumas doenças como sarcopenia (perda de massa muscular com a idade).

  1. Bem-estar mental e emocional

Durante os exercícios, o corpo libera endorfina, hormônio responsável pela sensação de prazer e relaxamento. Isso ajuda a reduzir os sintomas da ansiedade, melhorar o humor e combater a depressão.

  1. Mais energia no dia a dia

Por mais contraditório que pareça, movimentar-se gera mais disposição. O corpo passa a funcionar melhor, com maior oxigenação e eficiência metabólica.

  1. Prevenção de doenças crônicas

Exercícios regulares são aliados poderosos na prevenção e controle de doenças como diabetes tipo 2, hipertensão arterial, alterações nos níveis de colesterol e até alguns tipos de câncer.

Como Inserir a Atividade Física na Rotina: Dicas Práticas para Começar Ainda Hoje!

Todo mundo sabe que praticar exercícios faz bem. No entanto, entre trabalho, estudos, tarefas domésticas e compromissos pessoais, incluir a atividade física na rotina pode parecer um desafio. A boa notícia é que se movimentar não precisa significar horas na academia. O segredo está em encontrar formas práticas e prazerosas de trazer mais movimento para o dia a dia.

A seguir, reunimos dicas simples e eficientes para te ajudar a sair do sedentarismo e iniciar uma vida mais ativa.

  1. Encontre uma atividade que você goste

A melhor atividade física é aquela que você consegue manter a longo prazo  e isso só acontece quando há prazer envolvido. Nem todo mundo gosta de musculação, e tudo bem! Você pode experimentar:

  • Caminhada ao ar livre
  • Dança
  • Natação
  • Ciclismo
  • Yoga ou Pilates
  • Artes marciais
  • Escalada
  • Treinos em casa com vídeos ou apps

Teste diferentes opções e descubra o que mais combina com o seu estilo.

  1. Estabeleça metas realistas

Começar com objetivos muito ambiciosos pode gerar frustração e até lesões. O ideal é iniciar com metas pequenas e alcançáveis, como caminhar 15 minutos por dia, três vezes na semana. Com o tempo, vá aumentando gradualmente a intensidade e a frequência.

  1. Aproveite as oportunidades do dia a dia

Não conseguiu encaixar um treino? Tudo bem cada movimento conta. Algumas atitudes simples já fazem diferença:

  • Use escadas em vez do elevador
  • Estacione o carro mais longe
  • Caminhe até lugares próximos
  • Alongue-se a cada hora, se passa muito tempo sentado

Esses hábitos ajudam a manter o corpo ativo, mesmo em dias mais corridos.

  1. Use a tecnologia a seu favor

Hoje em dia, há uma infinidade de recursos digitais que tornam o exercício mais acessível e motivador:

  • Aplicativos de treino e corrida
  • Vídeos de aulas online
  • Relógios e pulseiras que monitoram passos, batimentos e calorias

Essas ferramentas ajudam você a manter o foco, acompanhar sua evolução e se manter motivado.

Atenção à orientação profissional

Iniciar uma rotina de exercícios é excelente, mas é importante contar com o acompanhamento de um profissional, principalmente para quem está começando ou tem algum problema de saúde.

Um instrutor qualificado pode montar um plano personalizado, respeitando seus limites e objetivos. Além disso, pessoas com doenças crônicas ou condições específicas devem passar por avaliação médica antes de iniciar qualquer programa de exercícios.

Conclusão: Comece agora! Seu corpo e sua mente agradecem

Adotar uma vida mais ativa é uma das decisões mais transformadoras que você pode tomar. Os benefícios não aparecem apenas no corpo, mas também no humor, na disposição, na autoestima e na saúde mental.

E o melhor de tudo: você não precisa esperar a segunda-feira, o mês que vem ou a próxima folga. O momento ideal para começar é agora. Dê o primeiro passo, celebre cada pequena conquista e descubra como o movimento pode mudar a sua vida para melhor.

Levante-se, alongue-se, respire fundo. O seu futuro começa com uma escolha simples: movimentar-se.

Fontes:
Ge.Globo
Gov.br
Agência Brasil EBC

 

 

Qualidade Reconhecida que se Reflete em Resultados

O Côrtes Villela recebeu a Certificação ONA que além de avaliar os critérios de segurança, exige uma gestão integrada dos processos promovendo ações de melhorias entre as áreas. Com esta conquista, o Côrtes passa a integrar um seleto grupo de serviços de Patologia Clínica (Laboratórios médicos) no Brasil, a alcançar três certificações distintas na área da qualidade — ISO 9001:2015, PALC e ONA, reforçando seu compromisso com a excelência no segmento da Saúde e no atendimento aos seus clientes.

Com foco em agilidade e segurança, o laboratório passou por uma avaliação detalhada, através de uma Instituição Acreditadora Credenciada (IAC) e uma equipe de avaliadores habilitada pela ONA. Eles buscaram evidências de conformidade com os padrões do Manual Brasileiro de Acreditação nas diversas áreas, incluindo a gestão organizacional, a qualidade e a segurança na assistência prestada e gestão integrada entre os processos.

De acordo com o Superintendente Técnico da ONA, Dr. Péricles Cruz, a certificação de uma organização de saúde através da acreditação é um reconhecimento de que a instituição atende aos rigorosos padrões que a metodologia exige: “No decorrer da avaliação todas as áreas da instituição são visitadas e mais de 1,7 mil requisitos são verificados antes da homologação da acreditação”, explica.

Para a Diretoria do laboratório, este é um momento de grande alegria e retrata o esforço de toda a equipe: “Nós estamos muito felizes com a acreditação recebida. Nossos colaboradores continuarão trabalhando para desenvolver e implementar ações de melhoria contínua em toda a instituição, através de ousadia criativa com execução disciplinada”.

Porém, mais do que um reconhecimento institucional, essa conquista representa um avanço concreto na experiência oferecida aos nossos clientes.

O compromisso com a inovação junto aos investimentos em segurança influencia diretamente os chamados indicadores de evolução (desfecho) — dados que mostram a efetividade dos cuidados de saúde prestados. Entre eles, estão: a redução do tempo de internação, menores taxas de infecções hospitalares, melhores índices de recuperação, o aumento da satisfação do paciente e dos médicos, bem como a redução de reinternações, além da redução de custos de não-qualidade, como falhas, gastos gerados por retrabalho, defeitos ou atrasos.

ü Ou seja, alcançar esse padrão de qualidade significa que pessoas estão obtendo um cuidado mais seguro, com processos bem definidos e resultados clínicos mais desenvolvidos assim como médicos e prescritores vem recebendo informações rápidas e confiáveis para uma

melhor tomada de decisão e monitorização dos efeitos da decisão, verificando se os objetivos foram alcançados.

Outro pilar fundamental em gestão da qualidade é a escuta ativa de todos os usuários. Ao realizar pesquisas de satisfação contínuas tanto com os clientes quanto com a classe médica, reforçamos o compromisso com a saúde e o bem-estar, pois acreditamos que ouvir é o primeiro passo para evoluir.

Para tal, um dos principais instrumentos utilizados é o NPS (Net Promoter Score), que mede o nível de recomendação de nossos serviços. Essa métrica permite identificar pontos fortes e oportunidades de melhoria em tempo real, promovendo ações rápidas e objetivas para aprimorar a experiência de todos.

Afinal, a qualidade de verdade é aquela que se mede — e se aprimora todos os dias. Importante ressaltar que: “Não adianta ter certificações ou se dizer o melhor sem avaliar as interações e percepções do cliente. Só se pode definir que algo é bem-feito, através daqueles que utilizam: ou seja, o elemento mais importante — as pessoas”.

Em outras palavras, a certificação vai muito além de um selo — é uma demonstração do compromisso com a qualidade dos serviços, que fazem a diferença na vida das pessoas.” A certificação ONA comprova a entrega de valor, e valor em saúde se traduz em resultados clínicos e as melhores experiências para todos os envolvidos.

A conquista da Certificação ONA é um marco — mas não um ponto final. Seguir investindo em qualidade, inovação e escuta ativa é um dos propósitos do laboratório, pois no Côrtes, acreditamos que a melhor forma de cuidar é estar sempre pronto e disposto a fazer melhor.

 

Côrtes Villela |Confiança é tudo.